30 anos da chegada do balão moderno em São Paulo | Gazeta do Balão

               

Pra quem é saudosista ou conhece a história dos balões sabe que eles foram inventados pelos chineses há séculos e vieram para o Brasil junto com os portugueses, os nossos colonizadores.
Temos relatos de diversos baloeiros durante todo o século passado que reuniam centenas de pessoas para acompanharem as solturas de seus balões. Na maioria das histórias conhecidas, os responsáveis pelo fabrico de balões juninos no começo do século passado eram pessoas descendentes e ligadas a famílias européias que trabalhavam com a fabricação de fogos de artifício e traziam de família a tradição de soltar balões não só em festas juninas e religiosas, mas também em datas comemorativas como Carnaval, Natal, Reveillon e aniversários de parentes e amigos.

Alguns baloeiros conhecidos durante todo o século passado foram o Sr. Raphael Rosa, conhecido fabricante de fogos que soltava seus balões em pleno Viaduto do Chá no centro de São Paulo no começo do século, o Sr. Romeu de Oliveira que juntava com seus filhos e vizinhos para fabricar e soltar balões na Vila Industrial em Campinas e os balões de Gilberto Marcatti que morava na Avenida Cruzeiro do Sul, na zona norte de São Paulo e sempre soltava seus balões dentro do Carandiru com os presos assistindo de “camarote”.  Temos também, relatos de balões soltos por Nino Dusi em São Bernardo e do conhecido Nenê de Santo Amaro.
Histórias são muitas e personagens são poucos. Fato que no Rio de Janeiro, a prática de soltar balões se desenvolveu mais rápido do que em São Paulo. No começo da década de 70, já havia grandes baloeiros como Ivo Patrocínio, Betinho do Cachambi, Edson de Guadalupe, Cizinho da Ouro Preto  e  Jorge Turco, mestres da arte que tive o imenso prazer de conhecê-los numa viagem ao Rio no ano passado. Estes grandes baloeiros juntamente com tantos outros artistas, desenvolveram os conhecidos balões juninos e com todo esse desenvolvimento, vieram formas, estilos e suas dimensões cresceram assustadoramente.
Até meados da década de 70, a maioria dos balões soltos tanto em São Paulo quanto no Rio eram os conhecidos como Maria-Preta. Eram os Caixas, Zeppelins, Barricas, Almofadas, Piões de gomo torto, Carecas de Padre e os eternos balões de Recorte. Todos medidos por folhas e não por tamanho. Nesta mesma época, o costume de se soltar balões apenas em datas festivas e durante Copas do Mundo começou a mudar sendo visto a qualquer tempo desde que o tempo ajudasse.
No fim da década de 70, os balões se desenvolviam a cada soltura. Os cariocas inventaram o balão Tangerina, aqui chamado até hoje de Mixirica, um modelo aperfeiçoado do Pião de Gomo torto, o Mont Golfier e o mais popular de todos os modelos de balão, o Pião Carrapeta.
Estilos e técnicas surgiram como a utilização de maçaricos. Esta técnica acabou com a famosa vara de pesca ou com a arriscada técnica de subir em telhados e árvores para segurar o bico do balão para que pudessem ser inflados. Vieram as lanterninhas e com elas o balão de armação ou painel. Rapidamente se tornou uma febre entre os cariocas, principalmente o 9×8. Acredito que entre 1976 e 1990, os anos de ouro das armações cariocas, devem ter subidos mais de 1000 Tangerinas 9×8 com armação. Com isso, turmas como Cometa, Realengo, Ouro Preto, Rede, Pirâmide e Amizade entraram para a história com seus 9×8 riscados com dezenas de temas fantásticos e solturas históricas. Com o surgimento da Boca de Ouro no Rio em 1977, a necessidade de crescer, inovar e mostrar a cada balão um projeto novo, novas turmas apareciam a cada ano e para esta febre chegar a São Paulo, não demorou muito.

Por volta de 1978, após voltar de uma viagem ao Rio, o baloeiro e comerciante Nenê que morava em Santo Amaro e possuía uma loja no Brooklin, bairro próximo ao Itaim Bibi, na zona sul de São Paulo, comentou com amigos os balões que viu nos céus Carioca e eles decidiram voltar ao Rio para aprender as técnicas e trazer para São Paulo estes balões de armação soltos no Rio de Janeiro. Após algumas viagens, conheceram um baloeiro que lhes indicou o Point dos baloeiros na época, o lendário balógrafo Titio Mello, que vendia fotos de balões em sua loja num Shopping do Méier, conhecido bairro carioca. Lá eles conheceram o Zeca da Turma da Amizade, um dos maiores baloeiros da história. Sua turma, a Amizade era muito conhecida por todos os baloeiros pelos belos trabalhos e festivais que reuniam milhares de pessoas e baloeiros.
No mesmo ano, um dos amigos de Nenê que foram ao Rio para fazer intercâmbio, o fabricante de jóias Paulinho, decidiu retornar com sua esposa Sônia para a cidade Maravilhosa e lá criou uma grande amizade com o Zeca.
Paulinho e Soninha como são carinhosamente chamados até hoje, voltaram do Rio decididos a criar uma turma e soltar aqui, as armações e balões que conheceram no Rio de Janeiro. Em homenagem ao grande amigo Zeca, fundaram em 1978, a Turma da Amizade, a primeira turma de baloeiros de São Paulo.
Em 1980, a Turma da Amizade já arrastava dezenas de pessoas de todas as regiões da Grande São Paulo em suas solturas. Naquela época, a soltura um balão da Amizade parava a cidade. Lembro do meu pai que saia aqui de Interlagos e ia lá pro Ipiranga só para ver um 3×3 com armação. E era assim mesmo. A cada balão, novas pessoas chegavam, pediam para aprender e com isso, novas turmas de todas as regiões da cidade nasciam principalmente em bairros e cidades próximas ao Ipiranga onde a Turma da Amizade se estabelecia e soltava seus balões.
Devido a este crescimento, Paulinho decidiu criar um Festival para que as novas turmas pudessem participar e serem conhecidas. E assim foi realizado na noite de 30 de Agosto de 1980 o primeiro festival de balões de São Paulo.

O primeiro Festival

Realizado em um grande terreno na Avenida Ricardo Jafet no Ipiranga, o primeiro Festival de Balões de São Paulo apresentou novas turmas. Além da própria Amizade que soltou um 6×6 com uma armação com desenho de um cavalo, o mundo do balão conheceu turmas como Zeppelin (Tatuapé), Lua (São Bernardo do Campo), Dez de Ouros (Aclimação), Arranca Rabo (São Bernardo do Campo), Bola (Ipiranga), Remendo (Ipiranga), Siri (Aclimação), Churrasco (Belém), Águia (Ipiranga) e União (Aclimação).

O primeiro Festival de Balões de São Paulo também premiou seus campeões com o troféu Boca de Ouro, inspirado no campeonato de mesmo nome realizado desde 1977 no Rio. O campeão foi um 4×4 da Turma Dez de Ouros que levou uma armação alusiva a seu escudo.

 A Casa das Retortas

Entre os dias 12 de abril e 28 de junho de 1981, uma Exposição de balões foi realizada na Casa das Retortas, um conhecido prédio tombado de arquitetura industrial do final do século 19, localizado na Rua do Gasômetro, no Brás, região central de São Paulo.
Organizado pela Secretaria de Cultura com ajuda de Ivo Patrocínio e Odair Bueno, o Odair da Lua, a Exposição mostrava fotos sobre a nossa arte além de diversos balões fornecidos pelas turmas de São Paulo. Durante a exposição, os visitantes ganharam um livro chamado: “Balão, A Arte do Ar e do Fogo” que ensinava como fazer alguns balões. Ao mesmo tempo, Odair e Ivan (Dez de Ouros) decidiram realizar um segundo Festival, no mesmo lugar só que desta vez, além dos balões de armações, houve uma nova categoria, os fogueteiros noturnos. Os campeões foram um 4×4 da Turma da Lua com armação e um 3×3 da Dez de Ouros com fogos.

 Memória em jornal, foto e vídeo

Nestes 30 anos da chegada do “balão” moderno em São Paulo, muitas turmas e baloeiros fizeram história e ajudaram no desenvolvimento do balão em São Paulo e Rio de Janeiro. Porém, nada seria lembrado sem os balógrafos, cinegrafistas e editores de jornais de balões.

O primeiro Jornal de balão de São Paulo foi o Jornal do Balão, criado e editado por Odair da Lua, que circulou entre 1981 e 1997, inspirado na Folha do Baloeiro, o primeiro Jornal de Balão do Rio editado pelo Zequinha.  No fim da década de 80, um novo Jornal foi lançado pelo conhecido cinegrafista Luiz Antonio, o Jornal O Painel. Assim como o Jornal do Balão, o Painel comentava as solturas no mês além de informar resultados de campeonatos e festivais e divulgar a programação das turmas. Era uma loucura. Quando esses jornais eram lançados e vendidos nas poucas lojas de materiais do ramo na época, havia filas de baloeiros para comprar um exemplar e poder ficar por dentro do que acontecia no mundo do balão. Em 1990, um novo e revolucionário jornal foi lançado, a Gazeta do Balão.
Criado e editado pelo conhecido baloeiro e lojista de Guarulhos Salvador da Turma da Lembrança, a Gazeta do Balão ou GB como era chamada, trouxe uma nova linguagem em relação aos jornais de balão que existiam  entrevistando turmas, divulgando técnicas, escalas de moldes além de abrir espaço para as turmas se divulgarem, coisa que não era muito utilizada em outros jornais. Em seus pontos de venda e distribuição eram encontrados formulários onde as turmas informavam os balões que iam soltar, que resgataram ou pretendiam fazer.
A GB circulou por 4 anos e em seus 2 últimos anos, realizou o maior cadastro de baloeiros e turmas de São Paulo. Esse cadastro ajudou a contabilizar e organizar as turmas do estado e seu regulamento obrigava a turmas de mesmo nome na mesma região de entrar num acordo para que não possuísse 2 ou mais turmas com mesmo nome na região. No final, uma grande festa realizada em dezembro de 93 na quadra dos Gaviões da Fiel no Bom Retiro presenteou a todos os cadastrados com um Certificado.
Anos depois, um novo jornal apareceu, nos mesmos moldes do Jornal do Balão e O Painel: o Jornal Pega Balão, editado pelo conhecido Pinduka.
Assim como nos seus antecessores, Pega Balão comentava os balões soltos, a programação e divulgava regulamentos de campeonatos e festivais além de criar enquetes sobre assuntos voltados ao balão. Nos últimos anos, fotos foram adicionadas nas notícias tornando o Jornal um dos mais completos.
Falando de fotos, se hoje é comum encontrarmos dezenas de câmeras nas solturas de balões, no começo da década de 80, era raro termos um registro da soltura de um balão. Um dos pioneiros em fotografar balões no Rio era o Titio Mello. Aqui em São Paulo, tivemos muitos balógrafos e points de baloeiros, como a loja Foto Wada no Ipiranga, a loja da Cecília Fogos na Anhaia Mello, o Dercio no Tatuapé, mas nenhum deles se tornou tão popular como o Tatí. Sua loja na Vila Carrão, também na zona leste era um paraíso pra quem gostava de fotos de balões. Pra quem teve o privilégio de conhecê-la sabe o que estou falando. Eram centenas de álbuns, dezenas de estantes de aço recheadas de histórias e ter Tatí ou alguém de sua equipe na soltura de seu balão era como ter a TV Globo registrando seu trabalho. Ângulos diversos, estilo próprio e a certeza que teria um belo pôster na parede da sua bancada faziam do japonês Tatí um dos ícones em cobertura fotográfica da década de 80. E olha que ele sabia de cabeça onde estava cada foto, mesmo tendo dezenas de álbuns e milhares de fotos.
A importância de Tatí para as fotos era tão grande que os primeiros álbuns de figurinhas de balões tinham mais de 90% das fotos fornecidas por seu estúdio. Somente no final da década de 90, novas lojas de fotos apareceram como a Banca do Godoy no centro, por muitos anos, uma referência pra quem queria comprar um joguinho de fotos dos principais balões que subiram em São Paulo, Rio e Paraná.
Tão importante quanto ter o Tatí ou algum membro de sua equipe registrando a soltura de seu balão era ter a filmagem dele feita pelos 3 profissionais em vídeo na década de 80 e 90: Luiz Antônio (Pirituba), Bira (Vl. Olímpia) e Claudinho Alvarenga (Ipiranga).
Durante os primeiros 20 anos do balão moderno em São Paulo, o 3 dominavam o mercado de fitas VHS só de solturas e resgates de balões. Com estilo diferenciado, Luiz Antônio se destacava com suas filmagens educadamente comentadas e jargões inesquecíveis como o eterno: “Bem, Amigos da Rede Balão”. Luiz também ficou conhecido pela produção em massa de fitas chegando a ter dezenas de vídeo-cassetes 24 horas ligados para poder copiar e montar fitas de balões. Já o Bira tinha uma filmagem mais formal. Eram raros e tímidos seus comentários e era apaixonado por filmagens, fato que até hoje, trabalha com vídeo na cidade de Batatais, interior de São Paulo, onde mora desde 1997. Bira foi o pioneiro na filmagem com Gerador de Caracteres, permitindo colocar informações sobre o balão na filmagem. Também tinha seu jargão, finalizando suas filmagens com a frase “ao vivo e a cores para todo o Brasil”.
Já o baixinho e temperamental Claudinho da Turma Alvarenga falecido em 2002 era totalmente diferente dos 2. Quem conhecia Claudinho sabia o quanto ele gostava de filmar chegando a gastar rios de dinheiro em equipamentos. Suas filmagens eram diferentes. Ele não estava nem aí. Falava o que pensava. Se gostava do balão elogiava e se não, metia o pau sem dó. Vivia discutindo com pessoas em solturas de balões e não economizava palavrões a qualquer um que se atrevesse a passar na frente da sua câmera.
No final da década de 90, novos cinegrafistas apareceram como Izzo, Edmundo e Paulinho (GNB Paixão). Hoje temos dezenas de cinegrafistas, diversas coleções de DVD´s e todos eles, com seus estilos, defeitos e qualidades e todos ajudam a escrever a história dos balões em São Paulo e em qualquer lugar do mundo que um balão suba.

Campos de Soltura

Se antigamente qualquer esquina ou campo de futebol servia para soltar um balão ou até mesmo realizar uma revoada ou festival, com a lei criada em 1998 proibindo a soltura de balões, praticamente levaram os balões para o interior e cidades da Grande São Paulo.
Na década de 80, muitos campos se tornaram verdadeiros balódromos. Como não existia Internet e celular, muita gente se arriscava e ia até esses campos todas as manhãs de domingo com tempo bom com a certeza de que alguma coisa ia aparecer. E tinha mesmo.
Quem não se lembra do campo da RTC na Lapa, do Campo de Jordanésia em Cajamar, da Vila Piauí em Pirituba, do Cabuçú, Rancho da Pamonha, Beira Rio em Santo André, do Crematório da Vila Alpina, do campo do Jaú onde hoje é a estação Penha do Metrô?  Os maiores clássicos das décadas de 80 e 90 foram soltos nesses campos, mas o maior, o mais popular dos campos de soltura é sem dúvida, o campo da Igrejinha de Mairiporã, batizado de Paraíso dos Balões pelo cinegrafista Luiz Antônio.
Os primeiros balões neste campo foram soltos por volta de 1987. Um deles, senão o primeiro pelo que sei, foi o pião de 36m da Alemão & Cia ou Vaga Lume como alguns conheciam. Turmas como Emenda, Buca e Aperto, Parque e Severa Albatroz só soltavam seus balões nesse campo.
Por falar em Emenda, uma das manhãs mais emocionantes da história foi quando soltaram o seu Truffi de 27m feito em homenagem ao Tri Campeão Ayrton Senna pouco mais de 1 ano após sua morte. Milhares de pessoas gritavam e aplaudiam emocionadas quando a bandeira surgia, placa a placa na subida do balão. Quem esteve presente naquela linda e ensolarada manhã no campo da Igrejinha em Mairiporã presenciou um dos mais belos e inesquecíveis balões de toda a história. Lembro me que na hora de ir embora, ouvi dezenas de pessoas comentarem que a Emenda nem precisava fazer mais nada, nem precisaria soltar mais balões pois o que fizeram entrou pra história. E entrou mesmo.

No final da década de 90, novos campos apareceram, mas nenhum deles se igualava ao sítio do Claudinho Alvarenga em Itapevi. Praticamente entre 95 e 2002, ano de seu precoce falecimento, os principais balões foram soltos por lá.
Nos últimos anos, apareceram diversos campos. Com a lei, o romantismo não é mais o mesmo, porém a necessidade da existência destes locais é que fazem a nossa arte sobreviver.

Festivais

Como sabemos, o marco inicial de toda a nossa geração nasceu de um Festival organizado pela Turma da Amizade em 1980 no Ipiranga, porém a realização destes eventos nos dias de hoje são considerados impossíveis devido à repressão.
Em meados da década de 80 os primeiros festivais começaram a surgir arrastando milhares de pessoas e centenas de balões. Os mais populares foram os festivais da Saudade e da Lua que eram realizados no mês de junho e duraram por anos. Dezenas de turmas disputavam a cada edição troféus de diversas categorias na maioria 3×3 e 4×4 bojados e balões com bandeira e fogos na parte matinal dos Festivais. No final e durante a década de 90 diversos festivais foram realizados e merecem serem lembrados como o Festival da Rede e Colibri no ABC, União (Rio Pequeno), Lá & Cia e Caixa, Maria Preta e Figueira Grande (Zsul), Baloema (Crematório Vl. Alpina), Balão Mágico, Paulinho Cometinha, Anjos, Lua Cheia (Diadema), Valle (Taboão da Serra), Pingo de Ouro e os Festivais do Pinduka na Anhanguera.
Já nos últimos anos o único festival a ter prestígio e levar milhares de pessoas  e centenas de balões era realizado pela Tirando Onda em Ipelândia. Infelizmente em sua última edição em 2007, a polícia apareceu e terminou com o único festival que restou pra quem gosta desse tipo de evento.

 Turmas e balões

Nestes 30 anos escolher os melhores balões e turmas não é tarefa fácil até por que cada um tem seu gosto e sua memória, não é?
A primeira de todas, a Turma da Amizade com certeza entrou para a história por tudo que fez pelo desenvolvimento do balão em São Paulo. Há alguns anos ela voltou e aos poucos começa a aparecer novamente, mas a sua importância e respeito serão eternos mesmo não soltando nenhum balão fantástico. A seguir segue minha “lista” com as principais e mais importantes turmas e balões nestes 30 anos:

Zeppelim –Tatuapé (Z Leste)

De todas as turmas que participaram do primeiro Festival de Balões em 1980, a Zeppelin é a única que nunca parou. E quem não parou abismado com seus balões nestes 30 anos? Quem não se lembra das armações do Dinossauro (89), do Cavalo (93), Reis Magos (96)?

Emenda (Z Leste)

Falar da Emenda não merece uma nota e sim um livro. Fundada em 1985, pelos irmãos Sergio e Pedro, a Emenda se destacou por projetos inovadores e marcantes como o 16×16 (1991) considerado até hoje um dos melhores fogueteiros noturnos da história, o Truffi do Senna (95), o Pião de 30m da Peruana (89), Pião de 45m (1994) e o Pião de 61m (2000). Mesmo depois da separação da turma no começo desta década, seus balões merecem respeito e são admirados por muitas gerações.

Estrela do Ar (Diadema)

Se durante as décadas de 80 e 90 a febre carioca era soltar balões de armação, esta maravilhosa doença aqui em São Paulo ficou com a Estrela do Ar. Neste ano a turma completará 30 anos e cada balão sempre esperamos um trabalho de qualidade.

Equipe Penha (Z Leste)

A turma acabou há 20 anos, mas a importância de Adib e sua turma no desenvolvimento dos fogueteiros noturnos em São Paulo terá um valor eterno. Quantos de nós não passávamos as noites em claro acompanhando os balões da Equipe Penha no campo do Jaú?

Saudade (Z Oeste)

Outra grande turma da década de 80. Craque em armações,  o maior feito de Dirceu e sua turma foram com certeza os festivais. Dizem que o de 1990 foi o Festival que mais subiu balões na história de São Paulo.

Baloema (Z Leste)

Quantas turmas que hoje existem em toda a Zona Leste não nasceram nos Festivais do Crematório? Quem teve a oportunidade de acompanhar os festivais sabe como era gostoso virar naquela travessa da Anhaia Mello e se deparar com tantos balões e milhares de pessoas sentadas nos muros do cemitério. A turma Baloema também fez história nestes 30 anos e de tantos balões o que mais se destacou em minha opinião, foi o Pião de 52m feito em parceria com a Guerreiros da Paz de Campinas que teve sua primeira tentativa de soltura em junho de 92 numa fazenda em Sorocaba. Quantos São Paulinos felizes pela Libertadores da América vencida na véspera pelo time do Morumbi não estavam lá em Sorocaba para ver o até então, maior pião carrapeta de São Paulo? Infelizmente ele explodiu no maçarico e em novembro do ano seguinte subiu aos céus após ser reformado pela Emenda e solto com a própria Baloema em Mairiporã.

Praça (Z Oeste)

Mesmo com tantas turmas da Praça, a melhor em minha opinião sempre foi a de Pirituba. Desde a década de 80 a Praça se destacou não por belos balões, mas por projetos audaciosos. Foram tantos balões, mas não podemos esquecer o Pião de 35m em 88 que meu amigo Osmar pegou sozinho na Represa, o  17x2x15 solto na revoada de Cajamar em 89 e do 23×21 que infelizmente não subiu também em 89.

Balão Mágico (Z Leste)

Neste ano perdemos o querido Valmir, um dos cérebros da Balão Mágico, mas a sua participação na história sempre será lembrada pelos grandes festivais e pelos gigantes como o Truffi de 40m (94), o 20×20 (1996), o Modelado de 37m (99), o 11×11 Armação (99) e o Gigantesco Truffi de 52m e sua Gaiola de Varas (2005).

Jurema (Guarulhos)

Lembro-me que a primeira vez que ouvi falar da Jurema foi em 90 quando disputamos a Boca de Ouro no Fogueteiro Noturno. Eles com um 10x3x10 e nós com um 10x2x10. Não adiantou em nada porque levamos uma rasteira da TAF (Água Fria) com um 10×10, mas naquela época já pude perceber que era uma turma de futuro. Fato que até hoje é respeitada pelos seus grandes fogueteiros como o Modelado de 60m, a soltura mais perfeita de um gigante fogueteiro que já vi o 20×20 (97) e o 22x6x18 ou Modelado de 46m (2005).

Estrellar (Z Norte)
Me sinto triste em falar dessa turma da Vila Maria. Tanto talento pra acabar tão cedo. Quem conheceu o Paulada e seus balões sabe do que estou falando. Por mais que ganharam 2 Bocas de Ouro consecutivas com o Pião Carrapeta (1987 e 1988), uma das maiores decepções para o temperamental Paulada e sua Turma foi não ganhar uma Armação de Ouro nos anos que concorreu. Suas duas últimas armações: 10×10 (Passado, Presente e Futuro) e 11×11 (Chico Mendes) foram, pra mim, os balões que levaram armações mais lindos que vi na minha vida em SP. Menos mal que alguns de seus integrantes formaram outra turma de qualidade, a Cortiço.

Cortiço (Z Norte)
Com alguns integrantes da extinta Estrellar, o talento e qualidade continuaram. Balões maravilhosos, fogueteiros grandes e ousados, a Cortiço a cada balão, escreve cada vez mais seu nome na história dos balões em São Paulo.

Figueira Grande (Z Sul)

Independente do caminho que seu comandante seguiu, a importância dessa turma para a Zona Sul será sempre lembrada. Grandes balões, armações e resgates memoráveis se unem a coragem de enfrentar um 27×27 numa época que fazer um gigante era considerada uma loucura sem limites fizeram essa turma entrar para a história.

Maria Preta (Z Sul)

Nascida em 1983, a Maria Preta foi uma das turmas responsáveis pelo desenvolvimento de diversas turmas na Zona Sul juntamente com a Figueira Grande. Sempre deu preferência a resgates e fogueteiros noturnos e por isso, disputou com grandes turmas como Emenda, Penha, TAF, Jurema e Artimanha seguidas Bocas de Ouro, levando em parceria com a Artimanha o troféu de 92, o único empate em toda a história da Boca de Ouro.

Polegar (Z Leste)

Muita gente odeia, não acha graça em balões Golfier, mas essa turma gostava e mostrava a cada ano um projeto campeão. Não é a toa que ganhou 3 troféus e ensinou muita gente a fazer um biscoito de qualidade. Outra turma que deixa saudades.

Sandú Mosaico (Osasco)

Ultimamente não estão tendo sorte em seus balões, mas o feito daquela fria manhã de 10 de junho de 2006 será eterno. Soltar o maior balão do mundo até então e com tanta qualidade é para poucos e para seu feito ser perfeito o balão tinha que sumir como sumiu. Só assim, a dúvida de todos em saber pra onde ele foi, onde ele caiu faz com que sempre seja lembrado.

Os Naypes (Z Leste)

Dizem que para ser grande tem que soltar balões grandes. Mas o que adianta fazer balões gigantescos sem brilho? Os Naypes conseguem unir as duas coisas. Quem não se lembra dos belos piões, dos grandes fogueteiros e de lindos balões como o pião do Drácula (98), do Pião de 45m (2002) e da Bagdá de 25 (2010). Em menos de 20 anos a turma ganhou respeito e é considerada por muitos uma das 5 maiores da história.

Turma Zona Norte – TZN

Uma das principais turmas de resgate entre o fim da década de 80 e começo da década de 90. Juntamente com a Alvorada, também da zona norte, sempre estavam debaixo dos melhores balões da época. Seu maior feito, entre tantos, foi soltar a gigantesca Bagdá de 54m do sítio do Claudinho em Itapevi no ano de 97. Feito que só foi batido neste ano com a Bagdá da BZL.

Alvarenga (Z Sul)

Talvez o maior feito de Claudinho foi sem dúvida, ceder seu sítio em Itapevi para que muitas turmas pudessem soltar seus balões com segurança e tranquilidade. O campo não era um dos melhores para os balógrafos e cinegrafistas, pois era um barrancão de terra vermelha com poucas opções de ângulos para fotos e filmagens, mas para quem soltava era uma maravilha fato que a maioria dos gigantes da década de 90 subiram por lá. Já sua turma, não soltou muitos balões de destaque, porém só o Pião de 35m (Naipes do Baralho-1990) e o Pião de 45m (Relógio – 1993) se tornaram verdadeiros clássicos e suas fotos, DVD´s  e pôsteres  são presença obrigatória nas bancadas de quem viveu esta época.

Dez de Ouros (Z Sul)

Assim como a Amizade, Lua, Zeppelim do Tatuapé e tantas outras que foram as primeiras turmas e suas criações fundamentais para o desenvolvimento do balão em SP, a Dez de Ouros durou pouco, menos de 7 anos mas sempre se mostrou anos luz à frente de muitas turmas de São Paulo, fato que já em seus primeiros anos a turma praticamente ganhava tudo que competia. Também marcou trazendo para São Paulo, o conhecido molde de um Pião de 42m desenvolvido pelo Tião da Turma da Bruxa e soltando o primeiro pião gigante de SP lá em 1985. Um fato histórico!

Clube Paulistano de Balões (Z Oeste)

Mais uma grande turma da década de 80 que encerrou suas atividades precocemente. A turma do Neno como era conhecida, sempre apresentava belos balões na época. Não havia limites e dinheiro sobrava para investir em balões. Dizem que o Neno era tão rico que andava de Ferrari. Com essa “facilidade”, grandes balões foram soltos como o Pião de 35m feito em homenagem ao Jardel e a Turma do Cometa do Rio que ganhou a primeira Boca de Ouro de Pião Carrapeta em 85. No ano seguinte, a decepção quando não conseguiram soltar seu 23×21 que seria fogueteiro noturno. O papel não era muito bom, o balão rasgou muito na hora de encher e decidiram destruí-lo. Neno também teve sua importância para o mundo do balão quando organizava junto do Bia (Luar de Vila Sônia) a Boca de Ouro de SP entre os anos de 87 a 93.

Listagem (Guarulhos)

Mais uma turma que marcou a década de 90 com suas belas armações, mas seu maior feito no mundo do balão não teve um final feliz. A perda do maravilhoso 22×20 em 1994 foi triste e praticamente acabou com a turma. Pra quem estava lá como eu, foi uma pena ver aquele gigante lindo queimar após enroscar nas árvores. Mesmo com todo o azar naquela manhã, os belos trabalhos da Listagem entraram para a história e sua nova geração promete.

Anderson (ABC)

Esse magrelo e dedicado baloeiro mostra a cada balão como é tão grande sua paixão quanto o tamanho de seus balões. Sempre fez sozinho, nunca participou de alguma turma, mas sempre teve centenas de amigos para ajudar em suas saudáveis loucuras como a de construir em 6 meses o maior pião do mundo. Quem o conhece sabe o quanto ele gosta de seu barracão de madeirite onde passa horas e horas por dia fazendo seus balões. Sua audácia e dedicação merecem ser lembradas principalmente nesta década quando Anderson e seus amigos já mandaram muitas toneladas de papel para os céus de São Paulo.

Moldes e novos formatos

Como sabemos os melhores prédios são projetados pelos melhores engenheiros e no mundo do balão não seria diferente. Se até a década de 70 os balões de corte reto predominavam, com o desenvolvimento dos primeiros balões com moldes pelos cariocas, trouxe uma nova cara e fez dos antigos marias-pretas terem seu brilho ofuscado por novos modelos de balões.

Quando os primeiros moldes de Ivo Patrocínio e Tião da Bruxa chegaram do Rio de Janeiro no começo da década de 80, o Pião Carrapeta se tornou uma febre entre as turmas paulistanas. Praticamente durante os primeiros 10 anos, só víamos Piões Carrapetas e Mixiricas nos céus de São Paulo. No final da década de 80, começaram a aparecer novos modelos de balões como o Truffi, inspirado nos balões de balonismo e batizado com o nome de um dos maiores balonistas do Brasil, Victorio Truffi, o Bagdá e Pingolbag, uma mistura de Pião, Golfier e Bagdá criado por Ivo Patrocínio.

Já nos anos 90, o tradicional Mixirica foi estilizado e os primeiros Modelados e Lapidados começaram a aparecer estando até hoje, junto do Pião Carrapeta no topo dos modelos de balões mais soltos no Brasil.

Del Plata

Na última década a idéia de um baloeiro argentino revolucionou o mundo do balão em todo o mundo ao lançar em seu site calculadoras para moldes com dezenas de opções. A Turma Del Plata da Província Argentina de mesmo nome tem a sua frente Gabriel Kranopolsky e ficou conhecida pelos moldes desenvolvidos nas escalas de Gabriel no seu site. Hoje, 9 entre 10 “cortadores” de balões utilizam as calculadoras do site argentino.

Os “Cortadores” de balões

Desde os primórdios da arte, confeccionar um balão englobava a escolha do modelo, do tamanho e o próprio artesão, seus familiares e amigos que cortavam as folhas para fazer o balão. Com a chegada do balão moderno, suas dimensões cresceram e o trabalho em cortar o balão ficou mais difícil. Com isso, os primeiros profissionais em vender balões cortados ou cortar balões por encomenda começaram a aparecer em meados da década de 80. Muitos deles já paravam e na minha memória, lembro-me do Tinão, Banha, Paulada, Paulinho Ícaro, Décio e Denilson Zeppelim, mestres de cálculos e corte de balões.

O comercio de talentos

Ao contrário dos profissionais de corte de balões que apareceram na década de 80, o mercado de venda de projetos e serviços de riscar e confeccionar balões e bandeiras tão comuns nos dias de hoje, na década de 80 raramente existia, porém a amizade prevalecia. Muitos dos projetistas e riscadores da época faziam os projetos e riscavam os balões por amizade com as turmas e não por dinheiro, mas como vivemos num mundo capitalista, a necessidade de remunerar os grandes profissionais se tornou natural e muitas vezes necessária haja vista a grande disputa e qualidade nos balões nos campeonatos atuais, somente os grandes projetos aliados a solturas perfeitas prevalecem.
Já quem tem talento, aproveita reuniões em points, festas ou até mesmo através de sites e blogs para vender seus projetos e turmas que não possuem tempo ou conhecimentos das técnicas regularmente procuram estes profissionais para realizarem seus projetos.

Sites e Internet

Se nas décadas de 80 e 90 os jornais eram os únicos veículos de informação, os últimos 10 anos foram marcados pelo surgimento da Internet , DVD´s e câmeras digitais. Se antes tínhamos que chegar dos campos de solturas e correr para o shopping para revelar os filmes recém tirados do balão que acabávamos de ver nas lojas de revelação em 1 hora ou limpar as cabeças dos vídeos-cassetes com aquelas fitas de limpeza, o surgimento do DVD  e das câmeras digitais acabaram com isso. Hoje, podemos ver vídeos com mais qualidade e se antes raramente tínhamos uma filmagem ou uma foto dos principais balões que subiam, hoje é praticamente impossível não ver uma ou mais câmeras nos campos de soltura.
Hoje praticamente todos os balões que sobem são fotografados por câmeras fotográficas e celulares. Além de poderem ter centenas de fotos de recordação do seu balão ou até mesmo de balões que foi assistir a soltura ou um resgate, esta facilidade em registrar os balões criou uma nova categoria: O repórter baloeiro.
Muitos dos novos balógrafos se tornaram o coração dos sites e blogs de balões. A colaboração destas pessoas é fundamental para a divulgação das solturas na Internet. Hoje o costume do baloeiro é chegar do campo e acessar seus sites favoritos para saber o que subiu naquele fim de semana e, ao mesmo tempo, os balógrafos chegam dos campos e enviam suas fotos para divulgar seu trabalho e seu balão.
Os primeiros sites sobre balões apareceram por volta de 2002. Como as técnicas eram desconhecidas e limitadas, os primeiros sites eram bem simples, porém tinham muitos acessos. Mesmo com a internet discada, os baloeiros ficavam horas na frente do computador para ver as fotos escaneadas de balões e livros do passado além de raríssimas fotos digitais que começavam a aparecer.
O site da Enfeite da Noite foi um dos primeiros em SP. Seu bate papo era disputado e dezenas de baloeiros ficavam horas teclando e falando sobre balões além de conhecerem novos amigos. Com o passar dos anos, vieram novos sites como o Balomania, Mundo do Balão, Cartilha do Balão e Planeta Balão. Nos últimos 5 anos, muitos sites e blogs apareceram porém se manter no topo dos mais acessados e populares não é fácil pois cuidar de um site ou blog exige tempo, conhecimento técnico e muita dedicação. Nesta década os sites e Blogs que se destacaram e já não existem mais foram o Arte Virtual (2004-2009), Balofúria/Casa do Balão (2005-2010), Baloshow (2006-2009), Balofik (2005-2007) e Teta Fotos (2005-2006). Hoje, temos 4 sites mais populares: Planeta Balão (2003), Gazeta do Balão(2006), Balão Mania (2009) e Clube do Baloeiro (2010), além de dezenas de Blogs de balógrafos e turmas.
Enfim, 30 anos se passaram e tenho certeza que a “brincadeira” de nossos amigos da Turma da Amizade e Lua foi um marco para o desenvolvimento do balão em São Paulo. Quem viveu ao menos metade dessa geração como muitos de nós sabe o quanto o romantismo e o amor pelo balão jamais acabará. Vimos grandes turmas nascerem, grandes baloeiros e milhares de obras de arte se eternizarem pelas câmeras de nossos balógrafos , cinegrafistas e na nossa memória.
Ser baloeiro, conhecer a história, fazer parte da história para mim é um privilégio. Um orgulho de ver o que tanto amo crescer e para finalizar nosso especial, reproduzo um dos mais lindos e perfeitos poemas sobre a nossa arte. Nunca saberemos que o escreveu, mas suas palavras dizem tudo o que sentimos ao ver nossa arte nos céus.

“Os balões são como nossos filhos.
Nós os fazemos, montamos como uma vida.
Cuidamos o tempo todo… Protegemos.
Depois eles se abrem. E só ai vemos do que somos capazes.
Então eles sobem.
Bonitos, vivos, alegres…livres.
E nós ficamos alegrias e lagrimas…
Torcendo para que o vento, seja aquele que sempre esperamos para eles.
Mas eles vão embora… somem da vista.
O importante é que ficam registrados no nossos olhos, na nossa mente… lá dentro do coração…..

Balões…

Tem gente que não consegue enxergá-los.

Comentários:

  1. Não tem como deichar de agradecer a voce Dinho pela bela materia qua acabo de ler, Fui em alguns festivais que voce comenta, fui tambem fazer uma vizita juntamente com minha turma na Bancada da Estrelar no dia em que ele estava purpurinando o boca do balão (Painel/Zeus) que subiu no campo da piraque Vila Guilerme zona Norte. Vi subir o 10X0 Presente/Passado/Futuro do campo dentro do Trote. Vi baloes da Severa e Albatros, Fui em solturas no campo da RTC.
    E como voce falou eu era um dos que saia na rua pela madrugada e se o tempo estivesse bom la ia eu as vezes ape para ver baloes subir.
    Aqui na zona norte teve muita turma boa que se voce tiver uma oportunidade fazer uma materia sobre elas
    CAXANGA/TURMA DO BALÃO AZUL/TURMA DA VILA MARIA.

    E isso ai voce fez um cara de 4.0 feliz esta noite com esta materia como seria bom que esta liberdade voltasse.

    Valeu Dinho – Saldações Baloeirras.

  2. Daniel disse:

    Dinho,faltou falar da Turma do Pega,que era,no anos 80 e metade dos anos 90,a turma que atingia a perfeição em todos seus projetos de balão de armação.

  3. Fala Dinho, parabéns pela idéia de falar um pouquinho desta imensidão de pessoas que colaboraram para o engrandecimento da Arte dos balões.
    Amigo, vale a pena destacar também o interior de SP, nossos Amigos Carlinhos-Ases Indomáveis-Jundiaí, Carlão Brilho-Campinas, hoje comandada pelo amigo Gustavo(Gordinho). Me lembro aqui em Rio Claro quando um amigo policial dizia ”Se a policia quizer acabar com os Balões, é melhor prender o Nenê e rápido”.
    Dinho lendo o texto que você relatou acima(parabéns novamente) faz me lembrar de o quanto eu queria ver Rio Claro se destacar por belos balões, tratei de aprender logo a confecciona-los e sempre repassar oque aprendi para as outra pessoas que mais tarde viriam a formar Rquipes, , tive muitos amigos que apesar da distância sempre estavam dipostos a ajudar, Dirceu, Marcelo, Ciro(T. Saudade), Rogério(T. Caverna), Paulo, Rogério(T. Universo), Odair(Lua), Carlão(bazar Fascínio), Carlão(Brilho, Carlinhos(Ases indomáveis), Andre do Imirim(falecido a 2 meses )o mestre Ivo Patrocínio( que me prestou Homenagemem sua coluna no jornaldo Balão), entre tantos outros.
    Pois bem Amigo, hoje Rio Claro tem sua parcela de colaboração para o Engrandecimento da ARTE DOS BALÕES. Passei o comando da T.D.P. para o Chan, este ano a Turma da Paz completou 22 anos, mas vale apena destacar sa Equipes que colaboraram e as que tem colaborado com a Arte dos Balões, Turma da Vila( a mais antiga de RC, SNJ do nosso amigo Ton que soltou um dos Piões mais lindo de RC(Piaõ 24m), Chã T.D.P., Arte Fatos, Brisa, Brasa, Amigos, Coiote, Feira, Buraco, Dragões da Avenida, Tica & Vânia, Beija Flor entre outras mais.
    É amigo aqui também tem muita história para acrescentar a Arte dos Balões.
    Sérgio. Nenê – Turma da Paz.

  4. e ai dinho blz cara é muitas lenbraças e muitas saudades falando em saudade eu prestegiar ultimo festival dessa grande turma é cara vc tb dv ficar na nossa estoria tb pq ,vc correu a atras de muitas coisa defendeno nossa art e muitos criticam mesmo assim vc nunca abaixo a cabeça sempre de cabeça erguida espois sua image nas emisssoras de tv e criticas de muitoa baloeiros e tb muitos elogios lanço seu dvd sua revista eu tive essa satisfaçao de conheçelo pessoalmente fiz parte de sua eq. de filmagem um forte abrço fique com deus

  5. Rodrigo disse:

    Meu pai era da Turma da Alegria (tatuapé)…lembro que era show de bola ver os balões subri nos campos aqui da região, uma pena hj ter q ir longe ver “essa arte” subir..
    Alguém lembra da Turma da Alegria ??

  6. marcley disse:

    A desde quando eu gosto de soltar balao eu
    acho que este artigo 42 nao é crime quantos e quantos
    bandidos estao soltos nas ruas de sao paula.etc

  7. Dinho,parabens e obrigado por tudo que vc fez e faz,por nos e pelos baloes.MEU amigo,vc nao sabe a satisfaçao q foi ler esta materia; q injeçao de auto estima (RELEMBRAR É VIVER)…q saudade dos3x3,4×4 enfim dos baloes q fazia nos anos90; na garagem e no chao,chamava os vizinhos pra ajudar a encher o junino na rua ainda com a cola fresca…rs rs rs .E hoje temos q fazer tudo as escondidas,mas vale a pena correr este risco. É naçao baloeira nao podemos esquecer das diversas TURMAS DO ABC q fizeram essa historia,esse marco dos anos dourados do balao;q ate hj representa um grande volume no ceu de SP… PESSOAL,VAMOS TER CERTEZA Q NOSSOS JUNINOS SUBAM COM SEGURANÇA E DE SEU SHOW;PARA Q AMANHA NAO SEJAMOS COBRADOS POR UM ERRO Q ACHAMOS Q NAO SERIA NADA.TER HUMILDADE EM PERGUNTAR E APRENDER O Q NAO SABEMOS..este e meu recado pra quem ta começando…ABRAÇOS A TODOS QUE CONTRIBUEM PARA NOSSOS BALOES VENHAM A ENCANTAR A TODOS……………………..LEO EVOLUÇAO ABC!

  8. ROBSON disse:

    DINHO VC ESTA DE PARABENS SEM PALAVRAS P/ VC AMIGO UM ABRAÇO E CONTINUE ASSIM . LEVANDO E RELEMBRANDO A NOSSA ARTE Q NUMCA IRA ACABAR . ROBSON N&30 (ZN).

  9. Ai dinho,primeiramente um forte abraço,fico feliz em saber que pessoas como vc representa tao bem nossa arte,talvez para alguns exagero mas pra quem ama a arte de coraçao com certeza sentio o mesmo que eu senti neste momento pois meus olhos encherao de lagrimas a cada palavra que lia nesta materia,fiz parte desta historia comecei com oito anos hoje tenho trinta e seis e quando leio uma materia com tanto respeito a nossa arte como esta,ainda consigo chorar como menino de oito anos,obrigado dinho espero ler muitas materias ainda,e se precisar de mim ja ta assinado em baixo…,
    Ass:joel – zoca baloes

  10. Henrique disse:

    Dinho , meus parabéns por esse artigo muito rico por sinal , legal saber que temos pessoas no meio do balão assim com essa sua qualidade , dentro dessas Turmas poxa valem ser lembradas as Gloriosas Zeppelin ou melhor FAMILIA ZEPPELIN SUZANO esses caras são de mais sem palavras , ficam também aqui meus parabéns para Grupo UFO , Grupo ABC , AMOR A ARTE , PRISMA , poxa ficarei dias aqui citando turmas que fazem parte desses 30 anos.

    Um abraço a todos aqueles que amam essa arte
    Henrique MANDRAKE Poá/ SP

  11. belo texo mais nao pode começar a falar de balao em sp. deixando fora o SALVADOR
    esse sim foi o professor de 50% dos baloeiros dos anos 80

  12. moro em BH e aqui infelizmente não tem esta tradiçao. Carioca do Rio de Janeiro, passava todas os finais de semana em campos como o que descreveu no seu artigo. Meu Deus que saudade. Cachambi, Cavalcante, Sulacap, Realengo, Meier, cascadura, enfim, o céu era nosso. até em copacabana nasceu a turma do Lido que soltava seus balões na areia da praia. Harmonia, Amizade, Zodíaco, Colosso, Cachambi, Meier, Branca de Neve, Realengo, Arte Real, Saci, Bruxa, Rede, eram várias turmas que disputavam a boca de ouro. Em um final de semana subiam dez armações de qualidade, fogueteiros, milhares de juninos, era de enlouquecer. Detalhe, sabado a tarde, o vento parava, baixavamos as pipas e o céu era pintado por balões, inclusive grandes. Meu Deus, que o senhor dê sabedoria aos homens que governam este país para que eles percebam o quão rica é nossa arte, nossa cultura! parabéns pelo artigo.

  13. vinicius disse:

    Dinho meus parabens por esse otimo resumo da historia do balao moderno na nossa cidade concordo com 99,9 de tudo que voce disse para ficar 100% ficou faltando voce falar da historia da primeira pessoa a vender material de balao em SP o Sr:Evaristo tanto material como fogos que ele trazia do Rio de Janeiro e vendia na sua casa no bairro da saude uma pessoa 1000% faleceu alguns anos atras que deus o tenha ele tambem foi muito importante no intercambio do balao com o pessoal do rio depois dele veio o Sergio em SBC mas o seu Evaristo foi o marco de tudo parabens ao mei amigo TICO por tem lembrado disso parabens DINHO por sua ideia.

  14. Eduardo disse:

    A minha turma foi fundada em 1990 lendo este documentario deu saudades da epoca que subia na laje da minha casa no Itaim Paulista nas manhas de domingo, todo os mesês compra o jornal da gazeta do balão no Dercio no Bairro Carrão lembro das equipes luar da Vila Sonia, Severa Aubatroz,TZN,Sonho de Icaro,Zepellin da Vila Ré,Tuma da Praça obrigado a todos da gazeta por relembrar os tempos bom onde o balão não era descriminado.

  15. RONNIE disse:

    sou de Curitiba ,adorei este artigo.me lembro o meu tempo de criança ,quando em curitiba eu via os 3 folhas subindo em terrenos baldios,ate nas ruas mesmos, campos da futebol de vila.Tempos q nunca esquecerei .meus caixinhas .almofadas ,tudo era alegria.Isso q eu nasci na decada de 80.Tempos bons.

  16. parabens pela materia.saudades dos anos 80 eramos respeitados,nao massacrados.mas se deus quiser um dia mostraremos que o balao e uma arte viva um abraço. arte visual.com papel e cola nao se faz um marginal

  17. cesar disse:

    otima materia dinho,bons tempos esses pena não ter paticipado desta fase boa do balão pois começei a fazer balão no final dos anos 90 mais queria lembrar de algumas turmas que fizeram história aqui em guarulhos.PANTERA ,JUREMA,ESKINA,LIGERINHO,LEMBRANÇA,SONHO DE PAPEL E tantas outras parabens a todos que fizeram parte da historia do balão

  18. jorge disse:

    meu sua materia é muito boa. mas infelismente a sua memoria esta um tanto o quanto fraca ,pois vc descreveu algumas turmas agindo pelo coração e não pela verdade ,deixou de falar de muitas equipes (menores) que faziam baloes maravilhosos ,mais infelismente vc não faz questão de comentar ,quando uma turma não é tão destacada no mundo do balao ( so um exemplo vc ja ouviu falar em um tal de esquina? ou da lua cheia penha? ou da artimanha vila matilde? ou caroosel? ou peninha? ou samurai? ou maravilhas de papel ? ou tirando onda? ou união ? se ficar escrevendo ficaria a noite toda …mas vc so citou as equipes grandes …a faça mil favor né vamos ter mais umildade e acabar com a ipocresia que é isso que esta acabando com o balão…..vamos dar valor para os verdadeiros baloeiros que são aquepes que não fazem o gigantismo e sim o balao que quando enche todos batem palmas esses sim são os verdadeiros baloeiros que fazem de tudo para que nossa arte nunca acabe… jorge…..(TRZ) UM DIA VAI SER GRANDE

  19. claudio disse:

    OLÁ Dinho e todos os baloeiros
    fico contentissimo por ter o prazer enorme
    de partipar deste comentario e ser privilegiado
    em conhecer a nossa arte, que pena que existem
    tantas pessoas com mente tão pequena em nosso
    país e fazer leis que ao menos não acrentta em nada
    apenas diminuem a nossa arte mais estamos ai……..
    com força total um forte abraço e parabens a todos
    e sem esquecer que saudade dos festivais revoadas
    ……………

  20. Como falar de balão hoje, sem associar você Dinho, eu estive afastado das turmas por 20 anos, e hoje estou na internet encontrando pessoas da minha época, estou com 53 anos amo balões, sempre soltei mesmo afastado, meus caixas ou 3×3, e fazendo novas amizades graças ao seu site, e o legal é que estou aprendendo com a molecada, e procuro contribuir com o que tenho, minhas fotos mostra uma época que eu fazia balão no chão, dando nózinhos onde encontrava os barbantes rsrsr, ai através de um tio parei na turma da Lua com o Odair que me passou, detalhes como cortar, quantas folhas em pé era o tamanho do balão, quantidade de gomos etc.., e sua reportagem trouxe em minha memória velhas lembranças, de muita gente que eu não lembrava mais, e você registrou isso muito bem, e se não falou de alguém ou de alguma turma, sei que estão no coração de todos, no meu caso eu sempre estive nos bastidores, e não reclamava eu queria é fazer balão, meu trabalho na época era entregar leite de casa em casa, quantas vezes tive que largar o balão para ir trabalhar, tinha horário e compromissos com os fregueses, era conhecido por Toninho Leiteiro. Deixando o Mirão e o Claudinho para soltar o balão. Não importa se você não falou de alguém, que a pessoa incomodada seja mais humilde, em vez de criticar relate sua história, você já deu o espaço para ela contribuir com a sua arte, e não usar seu site para fazer polêmica, os inteligentes completaram a reportagem lembrando pessoas, que você não citou não por maldade, e sim que não teria fim, falar de tantos que contribuíram, meus parabéns Dinho, você é uma ferramenta necessária no meio dos baloeiros, porque nos dias de hoje você tem coragem de se expor com seu site, e muitos que te criticam se esconde das autoridades. Meu muito obrigado Toninho Alvarenga

  21. alexandre felipe disse:

    muito boa essa materia emociona quem gosta de baloes seria muito interessante uma entrevista com nosso amigo JOAO DRAGAO

  22. luciano disse:

    calma jorgee rsrs, ele citou as turmas pioneiras, as pequenas tem valor tbm, ae galera de sampa show de bola essa comemoraçao de 30 anos de balao moderno ae, sao paulo arrebenta na nossa arte, uniao total rio sampa e curitiba, é nos, no festival da sab aqui no rio , alguma turma ae de sampa podia trazer um balao comemorativo de 30 anos, ia ficar muito legal, abraçao a todos e muito balao nos ceus pra todoss.

  23. isac disse:

    Valeu cara por essa bela recordação em palavras,muitas dessas Turmas citadas e Pessoas são icones na historia do Balão.
    T.L.

  24. BADECO disse:

    nossa fiquei ate emocionado lendo este historico,,comecei
    fazendo balao cedo atravez do meu falecido avo ,,com 5 ou 6 anos de idade eu ja fazia meus travesseiros,,que em sampa e almofada de 8 folhas de seda rsrsrs.meu avo me dava varias resmas de seda e eu colova com cola feita de farinha de trigo
    e no chão..em 80 eu criei a 1 equipe a jambra ….81 eu fui para a turma delta rio onde fiquei ate 2006 e eu pensava em parar pois a repressão e muito grande..a delta deu um tempo e eu fui colar com a molleks ….vivi a era dos baloes sem repressão muitos festivais …tive prazer de fazer e narrar festivais com zeca da amizade,,,paulinho carrapato,,vagner pato roco turma campo grande,,,elias da asa branca,,,ze maria grupo artesão e muitos outros,,,tempo bom que nunca mais vai voltar,,vai ser dificil revogar essa lei que aos poucos esta matando os baloes,e acada ano fica pior ,se os baloeiros não se consientizar o balao vai acabar,,, hoje eu agradeço ao balao pela imensa amizade que eu tenho,no rio ,sampa e curitiba …abraços a todos.

    badeco mollek´ess

  25. Dinho, novamente parabéns!
    Na verdade agente não se conhece.
    Vendo os comentários acima fiquei pensando que, a verdade é que um cada bairro de São Paulo ou mesmo no interior existe muitas histórias para ser recordada ficando até difícil para você ficar sabendo ou lembrando, sendo assim acho que o melhor é cada um entrar aqui, te dar os merecidos parabéns e contar alguma história que marcou a Arte dos Balões.
    Dinho um forte abraço, passando por Rio Claro, vamos nos conhecer, venha ver alguns Balões aqui.

  26. nois samos sp gosta debalao e quenei gostar de mulher

  27. gosta de balao e quenei gosta de mulher

  28. Valdir disse:

    Caro Dinho.
    Esse ano completo meus 51anos,estou um pouco afastado de balões,até porque saí de Sampa para o interior (Indaiatuba), fiz parte da Balão Mágico (Zona Leste) desde seu inicio, hoje um pouco afastado, mas sempre estou acompanhando via internet,o mundo dos balões.
    Mas agradeço por essa magnifica materia,quando comecei a ler linha por linha,fui me emocionando a cada palavra ao fato até de encher os olhos de lagrimas.
    Tudo me emocionou,mas o mais forte foi vc citar a perda de um grande amigo e meu compadre o Walmir.
    Quem o conheceu sabe q era uma grande pessoa.
    Mas resumindo,fiquei mto feliz por vc contar a nossa historia desde o começo.
    Tenho certeza absoluta de que todos os leitores que gostam de balão e leram essa matéria,se emocionaram como eu.
    Um Grande e Forte Abraço,de mim e de todos os Baloeiros do Brasil.
    Att. Valdir

  29. marquinhos disse:

    FICO FELIZ COM ESSA MATÉRIA , QUANTOS JOVENS DEVIDO ESSA ARTE FORAM PARA O LADO BOM , E TAMBÉM POR FAZER PARTE DESSA HISTÓRIA , DEVIDO AOS CINCO FESTIVAIS QUE NÓS PROMOVEMOS NA REGIÃO DO ABCD, NOSSA ARTE TENDE A CONTINUAR POR MUITO MAIS ANOS ,!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  30. Rogerio disse:

    Parabens por nós lembrar, como era,é,e sempre sera muito bom soltar nossos juninos lindos e esperamos um dia termos de volta aqueles anos dourados,e vamos continuar lutando por nosso amor o balão.

  31. esta show de bola a materia , so quem ama e que pode detalhar a fundo tudo o que vc escreveu. parabens amigo

  32. nao conheço pessoalmente , mais leio todos os dias algo de novo no gazeta . parabens amigo. em breve vou soltar um imenso balao . vc sera um de meus convidados . pois o mesmo subira de um local super discreto. depois vai rolar um churrasco para os amigos.

  33. walcir disse:

    Eatou hoje com 45 anos,minha familia vinha soltando baloes em que era colado com uma cola que se passava com uma especie de espatula (iqual a usadas antigamente com os tao ardidos metiolates) tinha perto dos 9 ou 10 anos por volta de 1974,fui a uma festa politica,a noite,o time de futebol q eu jogava e era patrocinado pelo tal politico,tinhamos que prestigiar a soltura de um balao letreitro,o balao era amarrado como bico nos dois postes e inflado com uma bucha assesa depois colocado a bucha serta ai era trasido o letreiro de dentro da residencia engatado no balao ai a bucha asesa e solto do meio da rua,muita gente assistia aquilo abismada,e eu fui dormir so quando ele desapareceu no HORIZONTE,nunca mais eu fui a mesma pessoa,
    como eu sinto falata disso,hoje nao sou mais a mesma pessoa feliz de antigamente……UM ABRAÇO A TODA NASSAO BALOEIRA E QUE VOCEIS SEJAM FELIZES walcir galera ex art e alegria santo andre

  34. disse:

    Tem uma turma que está na ativa ainda que é bem antiga: Albatroz. Junto com a Severa, soltaram lindos balões e que painéis maravilhosos.
    T. Alfa, Grupo Ufo, Joao Dragão, Salvador etc.

    São Paulo está vivendo a época de ouro agora, balões lindos, aprendeu muito com Rio e está dando show todo final de semana. Muitas turmas novas que vem arrebentando, hoje não tem como dizer quem é melhor. Se é que existe a ‘melhor’. Dá pra citar 20 turmas que se destacam fácil agora por dar seu show em particular.
    Como: TIB, Colorir, Acme, Progresso, Emoção z/s, Anjos dourados e Pirani, Amor a arte, Altas horas, TDI, Pequena Arte, Billik’s, Infinito, Arte Proibida, Contra-mão, Sonho e Liberdade, Carioca, Artificio, Alados do céu, Enfeite da Noite, Sonic, etc. Citei algumas e sei que a lista é enorme. Não tem mais balão feio essa é a verdade, exemplo da Nasa barrica de 20, espetaculo.

  35. Dinho GB disse:

    Com certeza Sergio. Um dia a gente marca e vai te fazer uma vista. Você tem razão. Muitas histórias em todos os lados. Só escrevi o que sabia, o que vi. è fato que para muitos, outras turmas, balões e baloeiros tem o seu valor por isso que estamos aqui, para cada um ajudar a escrever esta linda história. Obrigado a você e a todos pelos elogios e comentários

  36. Leandro disse:

    Gostaria de dar os meus parabéns pela ótima matéria que acabo de ler, realmente a saudade e as lembranças são coisas muito fortes em nossos corações de artista, desses 30 anos de balão moderno em São Paulo, posso dizer que sou um privilegiado pois vivi e vivo com a arte dos balões a 20 anos, as vezes me pego lembrando dos grandes festivais, tais como: Saudade, Piratas (lá no campo do gema), Cabuçu, e muitos outros que me fazem recordar com muita alegria. Obrigado. Valeu!

  37. Dinho GB disse:

    Meu caro Jorge. Nunca escrevo nada com o coração. Quando escrevo uma matéria, escrevo com meus conhecimentos. Sou jornalista formado sei como se deve contar histórias, escrever matérias e fazer entrevistas ao contrário do que se vê por ai. Assumo que deixei de falar de algumas turmas, mas me reservei em comentar as turmas que se destacaram no meio baloeiro nesses 30 anos no meu ponto de vista e quem se destaca se torna grande ou você acha, por exemplo, que a Emenda considerada não só por mim mas por mais de 99% dos baloeiros a melhor da história, que é considerada grande porque o Sergio e o Pedrão são bonitinhos? É claro que não! Você citou por exemplo o Eskina, a Lua Cheia a Artimanha que por sinal seus integrantes são amigos pessoais ( fala ai Russeim, seu narigudo!), mas pra cada turma, pra cada região ela tem sua lista, suas opiniões. Não é hipocrisia e tão pouco falta de humildade e sim palavras de quem solta balões desde 87 e tinha um pai que soltava desde a década de 50. Tudo que escrevi eu vivi, ano a ano e não inventei ou copiei de livros dos meus amigos Humberto Pinto ou Odair Bueno como disseram. Desde criança fui comprar fotos no Wada, no Tati, na Cecilia, trocava filmagens e comprava fitas do Luiz, do Bira e do Claudinho e estive presente na maioria dos melhores balões da história. Pra finalizar, vou mudar a antológica frase do Zeca da Amizade: Um grande baloeiro não é aquele que faz balões e sim aquele que faz algo pelos balões e através disso tudo amigos. Pra quem não me conhece, sou novo na área e mesmo assim, hoje tenho o respeito e a amizade de muitos monstros sagrados do balão que cresci como um fã e tenho o orgulho de me tratarem não como um novato, mas como uma pessoa que se preucupa a cada dia em informar e contar a história para todos que não a conhecem.
    Boa sorte a você e que sua turma solte e faça grandes balões assim, daqui a 30 anos a TRZ vai ser lembrada pelo trabalho e seus balões não só por mim mas para todos que amam a arte em papel.

  38. luciano disse:

    falou bonito dinho,o jorge tava meio estressado rsrs, mais é isso mesmo cada regiao,cada cidade , cada bairro tem uma historia de balao propria, pra uns uma grande turma nao é a mesma de outros, mais pioneiros sao pioneiros, nao tem como mecher nisso, a historia ja esta feita. pow emenda é show, pow mais melhor da historia? emenda é do final dos anos 80 ne? , pow cometa tem mais de 50 anos de baloes lindos, pra mim tem muita gente na frente da emenda, tipo ,a cachambi, casarao,cometa,kombi, bruxa, opiniao de quem gosta dessa arte, e reconhece quem INVENTOU essa arte q nos amamos tanto.

  39. Robertinho disse:

    Caro Dinho
    É com muita satisfação que lí seus relatos, as turmas mencionadas, etc, mas uma das turmas do ABC (São Caetano do Sul) que tive a honra de ser um dos fundadores, foi a Turma do Baleão.
    Não lembro bem, mas acho que foi em 1979 ou 1980 que soltamos o primeiro 3×3 oficial da Turma do Baleão com painel (borboleta com lanternas sulferines que pararam São Caetano) Antes já havíamos soltado um 3×3 com um arranjo de uma caveira, e anteriormente 78 ou 79, um 3×3 com bojo e chuvas de prata = Caiu em Suzano, mas o oficial com nome da turma foi esse da borboleta.
    Era amigo do Nenê (Vlademir) e do Marquinhos (Arranca Rabo de S.Bernardo) e aprendi muito com eles. Ia direto nos festivais da Turma da Lua.
    Antes de criarmos a turma do Baleão, anos 70, já soltavamos balões (caixas, mexiricas de gomo torto, estrelas, cruz, etc) e pegávamos muitos balões e essa foi a sina que acabou com o Baleão.
    Tivemos muitos balões bonitos. 6 conjugados 3×3 (acho que é recorde até hoje), o 3×3 com faixa em 1982 que teve o maior letreiro com nome Roberto em homenagem ao meu filho (teve muita gente que não acreditava que aquele balão poderia levar um letreiro tão grande = subiu perto de meia noite e tinha no mínimo umas 1000 pessoas no terreno que soltávamos, onde alguém da Turma da amizade colocou no final do letreiro, duas minis chuvas de prata (nessa mesma noite, várias turmas soltaram balões “lembro da turma Gasparzinho, onde fiz um arranjo para eles de um bolo de aniversário = não lembro o tamanho e a quantidade de lanternas” e nós, por volta das 4:00 horas da manhã, soltamos o Beatles 2 (resgatado da Soltura da Turma da Lua) – Um 7 folhas com lanternas de bojo em formato de caracol e 3 ou 4 cangalhas (fogueteiras).
    Como um dos fundadores e participante desde o início da Turma do Baleão, acredito que o que “acabou” com a turma, foram os próprios festivais ou quando soltávamos balões na “chácara”, terreno localizado inicialmente atrás da antiga prefeita de São Caetano e depois, entre as ruas Piauí e Rafael Correia Sampaio. Nessas ocasiões, vendíamos camisetas e jaquetas com o símbolo do Baleão para angariar fundos e muitas pessoas acabaram comprando e saiam alegando que eram da Turma. Muitos contribuiram efetivamente, mas infelizmente muitos só queriam saber de “pegar balões” e acabavam invariavelmente em muitas brigas.
    Muito se comentou na época que a Turma do Baleão era uma das turmas mais encrenqueiras que tinha, que tiravam balões “na mão grande”, etc. Mas não é verdade. Até pode ter acontecido isso em algumas ocasiões, mas foi devido ao “inchaço” que teve pela venda das camisetas, etc.
    Nos demos conta disso, quando pegaram um 5 folhas em São Paulo (tinha mais de 60 pessoas embaixo do balão com camisetas do Baleão) e ninguém de outra turma entrava para tentar disputar o balão. A má fama imperou.
    Aquele pessoal inicial que criou a Turma do Baleão (Eu, Miguel, Carminho = Galo cego, Miguelito, Fred, Vande, Fredinho, Mimí, Carniça, Gersinho, posteriormente o Marcão, Maurício, Zezo e tantos outros que não lembro agora os nomes) que nosso objetivo era fazer balões bonitos e soltar. O fato de pegar, já vinha muito antes de 1980 (antiga turma do Estadão, que não era na verdade uma turma de baloeiros), mas pegávamos muitos balões.
    Tem também a Turma do Barão que muito contribuiu naquela época com muitos balões.
    Lí no seu site alguma coisa sobre o Paulinho ignorante (Baloucos) que soltou o 66 metros (eu estava lá e subiu sem bucha, porque a Polícia já tinha proibido de soltar aquele balão com bucha). Subiu sem nenhum peso embaixo.
    Lendo os relatos hoje, me transportei à um tempo em que os festivais eram organizados (não que hoje não sejam), mas era muito diferente. Não tinha a proibição que hoje tem. Quantos policiais ficavam de longe admirando um balão que soltávamos. Quantas pessoas torciam para ver o balão subir e levar todo o arranjo ou fogueteira, etc.
    Dinho, você está de parabéns pela iniciativa. Estou com 56 anos e desde que me conheço por gente, gosto de balões.
    Grande abraço a todos.

  40. Leonardo disse:

    Parabéns pelo riquíssimo e esclarecedor artigo. Maravilhoso ! Acompanho a arte desde 1980 quando eu tinha 9 anos. Embora eu seja carioca, tenho que admitir que o pessoal de São Paulo não apenas se dedicou a aprender com os cariocas as técnicas da época, como também as aperfeiçoaram e superam de longe seus antigos mestres. Percebe-se hoje, claramente, uma superioridade qualitativa dos balões paulistas sobre os cariocas. Que a arte sobreviva apesar da opressão!

  41. jorge disse:

    DINHO !!!!!!!!! EM MEU COMENTARIO EM MOMENTO ALGUM QUIZ TE DESRESPEITAR OU DUVIDAR DE SUA INTEGRIDADE JUNTO AOS BALOES OU MELHOR A HISTORIA DO BALÃO.!! TBM NÃO QUERO DUVIDAR DE SUA FORMAÇÃO ACADEMICA LONGE DISSO ENTENDEU???? OQ QUIZ DIZER QUE MUITAS EQUIPES PEQUENAS DE HOJE FAZEM BALOES MUITO MAIS BONITOS DOS QUE DE ANTIGAMENTE MAS MESMO ASSIM NÃO SÃO LEMBRADOS APENAS SÃO LEMBRADOS MOMENTANEAMENTE APOS A SOLTURA PRATICAMENTE SÃO ESQUECIDAS FOI ISSO QUE TENTEI EXPLICAR ,NO QUE NAQUELE DIA SENTI EM FALAR, MAS POSSO TER DESAGRADADO SUA PESSOA ,E ATÉ TRASMITIR DESCONFIANÇA DE SUA CREDIBILIDADE JUNTO AO MUNDO DO BALÃO…..SINTO MUITO DEIXO AQUI AS MINHAS SINCERAS DESCULPAS E JA ESTOU NA ATIVIDADE A MUITO TEMPO TBM IA NO TATI,SALVADOR,CHURRASCO,ZEZINHO,GODOI,SEU EVARISTO, EU PESSOALMENTE JA FAÇO BALAO DESDE QUE PRATICAMENTE NASCI…. ENTÃO CONHEÇO UM POUCO DA HISTORIA DO BALÃO…..BLZ DEIXO UM GRANDE ABRAÇO PRA VC E PRO PESSOAL QUE ENTENDEU ESSA MINHA POSIÇÃO COMO EXTRESS RSRSRSRSR ABRAÇO A TODOS E EU NÃO ESTAVA EXTRESSADO… ( A SEM ESQUECER DE QUE O RUSSEN ADORA MORDE FRONHA UMIDA))) NÉ NÃO RUSSO…KKKKKK ABRAÇOS

  42. Gostaria de lhe dar os parabéns pela bela reportagem!Minha Turma faz 25 anos agora em setembro (27/09/1985),e como disse meu amigo Valdir (Balão Mágico) num comentário acima,qto mais lemos o seu artigo mais nos emocionamos com ele.!Vc nos fez relembrar ótimos momentos e grandes amigos da velha guarda q muito nos ensinaram e ensinam até hj!Lógico q nem vc nem ninguém conseguiria lembrar de todos q foram importantes na nossa história,eu por ex.lembro me da Dna Isís (Cangalha) trazendo fotos e o nome de SP aos festivais no RJ,do Bara contando piadas a noite inteira,enquanto víamos os balões subir,do Yoshide (não sei se escrevi certo) com toda sua hospitalidade e o inseparável 608 pra carregar balões,do Sílvio (Enigma),acho eu um dos maiores incentivadores e colecionador de tudo q diz respeito a nossa arte!Pra mim o q valeu do seu artigo,foi tudo o q ele desenterrou de lembranças q estavam guardadas no fundo dos nossos baús!Parabéns mais uma vez a vc,a todos os q foram lembrados e também os q não foram citados,mas ajudaram de alguma forma a fazer parte desses 30 anos.Todas as nossas Turmas são grandes,umas com mais facilidades,ou menos dificuldades,outras com mais!O q importa é o q sentimos qdo colocamos nossa camisa e vamos pro campo e nele,nos tornamos todos iguais e com o mesmo objetivo,seja ele um bocão,um 10mts ou um 100mts!Um abração,Jandir-Turma da Toca-Petrópolis-RJ

  43. Ah!Já ia me esquecendo de dizer q todos d quem falei acima,conheci através de um moleque q mora no meu coração e também faz parte da história do balão,seja em SP ou RJ:Pinduka!!!!Gosto pra c….desse sacana!

  44. Ola Jandir-Turma da Toca-Petrópolis-RJ, tudo bem? Nossa…você desenterrou agora!!!! E medeixou mais saudoso que nunca… que legal você é ai do Rio e lembrou do Oshide e seus Festivais( acho que era em Cajamar ou Jordanésia). Eu conheci o Oshide atravéz do Carlinhos-Ases Indomáveis-Jundiaí, era ele que cortava os balões para o Oshide. Me lembro uma vez cheino barracão da Asese o Carlinhos estava cortando 30 3x3folhas.
    Meu amigo você falou do Silvio,puuuuuuxa que saudade do Silvião perdi o contato dele, me lembro que ele é quem me trouxe um dos mais belos presentes que já recebi, o Livro Balão o Peregrino do Tempo, e quem me deu foi o Mestre Ivo Patrocínio com dedicatória e tudo…. que saudade
    Amigo se você tiver o contato do Silvio e do Ivo por favor me envie;
    e-mail: sergioeselma@gmail.com
    orkut: sergioeselma@hotmail.com
    Abraço Jandir.
    Dinho, me perdoe por usar esta página como utilidade pública rsrsrsrsrsr
    forte abraço Dinho.

  45. junior disse:

    puta q par… parabens por ter relembrado de todos esses mitos do balão.,, infelismente hoje temos que divugar nossa arte so no sapatinho bem diferente do que era antigamente…mais ainda bem que existe pessoas que nem vc que luta para que nossa arte nunca acabe…valeu mlk, não o conheço pessoalmente mais percebo que sua luta é incansavel para que nossa arte jamais acabe vlw mesmo e nunca se abata por pessoas que tentam falar coisas que não existe lembre-se que criticar é facil o dificil é tentar fazer no minimo igual.!!!!!…ha!!!e outra coisa vc esqueceu de falar da praça penha..kkkkkkkkkkk to brincado mlk.abraço meu irmão….

  46. PINDUKA disse:

    Caraca……..e ai se foram 30….dos 27 que comemoro……comecei na rua santa romana, vila bonilha pirituba em junho de 1983….naquele ano a minha vida tomaria um rumo maravilhoso, repleto de amizades e fortes emoções….
    Muitos balões foram feitos, soltos e resgatados, muitos amigos vieram, se foram e outros estão por vir, mas a minha vida tem uma história de muitos amigos, amigos de verdade, caso eu fosse cita-los aqui não teria espaço, mas Deus colocou todos no meu caminho e sou muito feliz por isso, obrigado Dinho por citar o nosso Jornal Pega Balão, Jandir por citar a nossa grande amizade.
    hj com 38 anos, vejo os balões de uma maneira bem diferente dos anos 80, logico…..eu estava em plena adolecencia, tinha apenas, amigos e folhas de ceda para criar meu aliserce de vida……não estudei, preferi fazer lanternas, não fiz faculdade, preferi as armações, não trabalhei, preferi meus piões com bandeira…..poderia dizer que estou arrependido, mas Deus nunca me deixou, pelo contrario, esteve sempre ao meu lado e hj apesar de tudo sou muito feliz, Deus me deu o amor leos balões, amigos e colegas, uma familia maravilhosa e saude….que mais posso querer…
    Nesses 27 anos (de balões modernos) que comemoro este ano outros 11 anos minha familia, Avo, Primos e Tios fizeram parte tambem nas festas juninas com balões tradicionais, formatos e cores inesquecíveis.
    A minha jornada continua e de 10 em 10 anos aparece um amigo de verdade, anjos que Deus prepara para mim e por serem anjos não podem ser pessoas comuns, por isso demoram para chegar na minha vida.
    Este ano tive alguns problemas particulares, extra balões e pessoas ficaram de meu lado e dando um apoio de verdadeiros amigos, graças a Deus tudo foi resolvido e mais uma vez anjos estiveram ao meu lado.
    O balão sem duvida traz amigos e felicidade, balão só com amor se faz, amigos só com balão se traz!!!!
    um grande beijo a todos!!!
    Deus seja louvado, sempre e em todo lugar!!!!

  47. Dinho, Parabéns pela pela postagem em seu site, gostaria muito que baloeiros como você podesem expor seus conhecimentos e esperiência, e dividir com baloeiros do mundo inteiro. Belo trabalho e continue sempre assim, amando balão.
    Abraços

  48. Marcos.A Dono disse:

    a galera paulistana, estar de parabens!
    so sobe obra de arte ai em sampa,estive na revoada de ar quente em mogi
    e percebi uma uniao muito forte entre as turmas,o que nao acontece aqui no Rio.aqui e muito individualismo um querendo ser melhor que outro.agora pra piorar venho a represao a florestal estar sufocando.posso ate dizer com cinceridade o poit do balao agora e sao paulo.um abraço a todos paulistanos

  49. Vinicius disse:

    ..grande materia meus parabens.. um grande campo pras solturas era o lixão onde ocorreu muitos festivais.. e solturas ..grandes turmas mandaram seus juninos aqui da zona leste… saudades desse bom tempo…

  50. ALEXANDRE disse:

    PARABENS PELO TRABALHO…SÓ PARA COMPLEMENTAR FALTOU A TURMA DA AMIZADE (IPIRANGA) DO PAULINHO E CIA…E DA TURMA DO PEGA (IPIRANGA) QUE MUITA, MAS MUITA GENTE APRENDEU LÁ A FAZER BALÃO COM MEU GRANDE AMIGO JONAS..EU GRAÇAS AO BOM DEUS FIZ BALÃO LÁ DE 85 A 90 E DEPOIS FUI PARA A TURMA DO ALVARENGA, ONDE EXISTIA UMA PESSOA SUPER HUMILDE QUE NÃO SÓ APENAS SABIA FAZER BOCAS E GUIAR BALÃO NA CENTRAL..MAS QUE SABIA TUDO E MAIS UM POUCO DE BALÃO…SAUDADES TIO MIRÃO, SAUDADES DOS BONS MOMENTOS DA ÉPOCA EM QUE SER BALOEIRO ERA NOSTAUGICO…

  51. gostei muito do escrito + na zona norte nao falar da turma da vila é esquecer um pedaço da historia foi a primeira equipe da zona norte muitos baloeiros aprenderam e aprimoraram seus conhecimentos la ex: lero lero do balao azul, preto do caxanga, paulada da estrelar,robson da turma do iazul, tato da a8, xexeu turma do lusiadas osmar loco e muitos outros lembrando que na primeira vez que o zeca do rio da t da amizade veio a sao paulo nos honrrou a segurar uma das guias do 6×6 armaçao chico bento o qual tambem foi destaque no jornal do balao da epoca o zeca tambem esteve no piao de 8mts tambem da turma da vila realmente ficou muito boa a materia so gostaria que esta parte da historia não ficase esquecida obrigado pelo espaço e atenção um abraço do amigo e ainda e sempre baloeiro xexeu

  52. Parabens pela materia, na zona sul além da Maria Preta a T. Livre (Henrique), T. Show ( Fernando), T. Coração de Ouro o Irineu c/ seus fogueteiros, todos foram responsaveis na decada de 80 e 90 pela divulgação da arte na zona sul, no final da decada de 80 a T. Coração de Ouro realizou um Festival na região do Bairro Pedreira z/s.

  53. PARABENS PELA MATERIA NA FREGUESIA DO O TEVE UMA TURMA QUE SE CHAMAVA TURMA DO ESTRELA
    FUNDADA E 82 DO NEGO VEIO EDUARDO QUE REPRESENTOU NA DECADA DE 80 E 90 COM MAIS DE 27 ANOS DE AMOR AOS BALOES ESSE VIU DE PERTO A EVOLUÇÃO DOS BALAO DE 80 A 2010 QUANTA DIFERENÇA COLUNISTA WAGNER
    TURMA DO ESTRELA

  54. ESQUECI DE FALAR TAMBEM DO NERO QUE JUNTO COM O EDUARDO REPRESENTARO NESSAS DECADA MUITO OBRIGADO PELA OPORTUNIDADE DE FAZER ESSE COMENTARIO.

  55. Marcio (Nero) disse:

    é sempre bom saber q tem um jeito de se comunicar com grandes amigos da arte
    e venho por meio deste agradecer por ser lembrado.. valew Guinho estamos junto
    sem palavras

  56. carlos turma zpq pirituba disse:

    eu concordo com as melhores turma de sao paulo so faltou a turma da estrela da vila mangalot eles tambem sao pioneiro valeu

  57. Vinicius - Estrela Guia RJ disse:

    Excelente matéria.
    Realmente… … … quem pode conhecer os pioneiros do balão consegue compreender a grandiosidade desta evolução.
    Aprendi a fazer balão com minha avó, que através do meu avô, já falecido (infelizmente não o conheci) tbm aprendeu.
    Aprendi a cortar o papel de seda dobrando na diagonal e cortando com linha de pipa, colar com cola de farinha de trigo, bucha de saco de batata ou estopa e o primeiro álbum de figurinhas… caraca!!!!!!!… … … a evolução é boa e importante, mas um tempo que deixa muita saudade.
    Viva nossa arte!!!!!!!

  58. Leo disse:

    Falar de balão e não mencionar as turmas do ABC é piada. Tanto que o pioneirismo da seda em São Paulo é proveniente de turmas do ABC-
    Até mais, Leo

  59. A Firma Zona norte disse:

    manos vc esquwcram a falar da historia da Afirma
    Abraço nois faz questao de contar pras vcs

  60. NICOLAS - EQUIPE TALENTO disse:

    SHOW DE BOLA!! ADOREI A MATÉRIA!!

    ESQUECERAM DE FALAR DO CAMPO DO BÚFALO, EM SANTO ANDRÉ. AO LADO DA EMPRESA “BALAS JUQUINHA”…. .

    JA FUI DE SÃO CAETANO A PÉ ATE ESTE CAMPO PRA VER AS SOLTURAS….

    MUITO BOM!!!

    PARABÉNS!!!

  61. rosemiro turma novosonho curitiba pr disse:

    terei o praser se alguen ler este comentario e mepassar imail destes verdadeiros erois q fizeran istoria soltando seus baloes ou ate mesmo de seus parentes, sobre o artigo chou de bola deve sermais comentado e divulgado abraço

  62. mueba disse:

    o documentario muito bom quando é lembrado os bons tempos eu mesmo comecei na epoca do querozene mais evolui o suficiente para poder me orgulhar do meus brinquedos é muito bom quando se tem cola nas veias ai não dar pra parar mais abraço todos que fazem parte dessa arte. ass.mueba

  63. LAURO-Antiga turma da raça-Ponte grande-Guarulhos disse:

    Graças a DEUS, já venho de família que soltavam balões desde os nossos queridos antepassados. Eu e meus queridos irmãos, Nanci, Reinaldo e Gersom, fizemos e soltamos muitos aerostatos de papel de ar quente, os mais artesanais e artísticos na maioria,deste maravilhoso papel de seda. À algum tempo atrás, um amigo que conheci da vila mariana, um dos antigos artesãos da turma da coroa, um maravilhoso e fantástico irmão, ensinou-nos todas as técnicas e segredos da confecção e soltura do famoso “balão moderno”. Somos da época em que fazíamos,soltávamos e víamos balões maravilhosos como o, 14 folhas do Cousthou, hulke verde, noturno, cintado verticalmente com lampadinhas acesas com duas baterias de moto e fogueteira de 3,00 de h x 3,00 diam. com cabeçudos e chuvas de prata; e também do nosso 9 folhas,hulke vinho, noturno com, cortina de bojo de escadinhas com 30 lanternas amarelas, fogueteira de varas com cortadinhos enxertados e bucha programada com 12 caídas, tudo ísso e mais algumas maravilhas de muitas equipes de São Paulo soltos, no antigo e especial terreno do ” klabin “. Quem viu viu. Vocês esqueceram de um memorável balão Carrapeta, da Saudade, fogueteiro e a maravilhosa bandeira do estado de São Paulo, programado que subiu em pirituba, desfilou sobre toda a zona leste e caiu em caraguá, foi um show especial e espetacular. Época de muita alegria e muita saudade. Parabéns por vocês resgatarem e não deixarem que esta nossa arte nunca seja esquecida e que nunca acabe, só temos que nos adaptarmos com a modernidade, somos na realidade balões em pessoa mas, responsáveis e conscientes da nossa arte. Faço homenagem também às antigas e extintas, turmas Sonhos de Papel e Chugabum, do pedaço. Este que lhes escreve é saudosista da nossa turma da Raça, também à muito tempo extinta. Obrigado pela oportunidade, desculpe me alongar mas, recordar é viver. Sejam felizes e tenham muito sucesso. Abraços.

  64. luciano (galo) niteroi - turma brucutu disse:

    ha 30 anos atrás era muito diferente,que bom seria se o tempo voltase né? forte abraço.

  65. adilson-pirituba disse:

    PARABENS PELA MATERIA E PARA REFORÇAR UM POUCO MAIS DEIXO, TAMBEM REGISTRADO ALGUMAS TURMAS FAMOSAS DE PIRITUBA, COMO A PRIMEIRA A SOLTAR UM PAINEL POR AQUI TURMA DA ILHA EM 82, TURMA DO DRAGÃO (DO FOMOSO SR. JOÃO DRAGÃO VIVO E FORTE ATE HOJE AJUDANDO OS QUE ESTÃO COMEÇANDO) ESTRELA DO AR, ESTRELA DO MANGALOT JÁ LEMBRADA, TURMA DA GAROA, TURMA DA PRAÇA E ESTOU PERTO DA FAMOSA TURMA DA AMIZADE DO PIAUI. POR FAVOR NÃO DEIXEM DE SEMPRE PUBLICAREM NOTICIAS ASSIM PARA QUE OS ESTÃO COMEÇANDO SINTA QUE ESTA ARTE É NOBRE AGORA E SEMPRE SERÁ. QUE DEUS ABENÇOE NOS BALOEIROS SEMPRE OBRIGADO.

  66. MAURO MOTTA disse:

    Amei a materia, mas esqucerão de mencionar o jonas da Turma do Pega,aonde aprendi fazer estes baloes de hoje,pois quando cheguei la na en 1981 fundamos a turma e fizemos grandes trabalhos nos anos 80, e la fucionava uma loja de material pra baloes que eu posso dizer que tinha tudo o que presisava para balão (tudo mesmo) e minha adolecencia passei ali. saudades……..

  67. Leandro ,Parceiros Niteroi RJ disse:

    Que bom re-lembrar do passado coisa q talvez nao vejamos ja mais !
    um forte abraço a todos os amigos baloeiros.

  68. flavio cavalcante disse:

    em junho 1981no rj vi no céu dezenas de baloes ñ cohecia muito a forma de fazer comecei a comprar papel fino juntar as folhas e cortar em forma de balão nenhum subia,conheci um cara chamado joão que me ensinou a cortar na orizontal que festa;depois outro problema, numeros de gomos nunca acertava;ai fui acertando+um fato, a bucha sempre d+ ou menos depois o peso foi dificíl, nunca desisti conheci varias, cometa,amizade,realengo,arte real ,casarão,tropicalia etc…e tive o previlegio de participar de algumas delas que nada menos tinha baloeiros como,gabriel,zeca da amizade,maneuzinho sr carlos t. coroa etc… bons tempos subia balão quase todo dia tempos que ñvoltam +.

  69. Valdir (Balão Mágico,ZL) disse:

    (Valdir B. Mágico ZL) Mais uma vez fiquei super emocionado com essa matéria.
    Graças a vcs do Gazeta do Balão,que nos proporcionam relembrar essas historias maravilhosas,como vc (Dinho) sitou nomes de varias turmas, inclusive da qual eu participo,e como vc comentou a perda de um Grande Amigo nosso, o Walmir que por sinal éra e é meu compadre,essa matéria para quem gosta dessa arte,só nos faz ter mais vontade de continuar praticando,e espero que muitas dessas turmas que pararam,que tentem voltar, ou pelo menos acompanhar algumas solturas, pois em qualer dessas solturas podemos nos encontrar e reelembrar esses velhos e inesquecíveis tempos.
    Fico por aqui,e desejo a vcs do Gazeta do Balão e a todos os Baloeiros desse Brasil,um Grande Abraço, um Ótimo Natal e um 2011 com mta Saúde,Paz e Amor no Coração de Todos vcs e seus Familiares.

  70. antiga turma da fogueteira embu das artes disse:

    ola amigos ,venho escrever esta carta ,por volta de 1983 o “”ceu “”era forrado de baloes eu era garoto tinha uns 15 anos acordava por volta das 7 da manha via o ceu “forrado de baloes “”baloes medios o mair tinha 12 metros ,o maior festival era o da uniao,” infelismente nao ha outro como esse ,a alegria fazia parte do festival “””com lagrimas escrevo “”” o gigantismo acabou com a beleza hoje virou disputa “”mais os baloes de hoje sao belos “””imponentes autoritarios lindos””que pena nao posso passar aos meus filhos essa tradiçao, meu coraçao queima de vontade que voltasse esse tempo , um abraço a todos amantes do papel que dentro de si escondem um””, menino “” turmas que conheci ,bela arte ,turma do painel ,balomania do valle entre outras abraços a todos baloeiros “”quem sabe um dia poderemos soltar baloes como era antes ,… juliano

  71. trafficseeker disse:

    O que um bom post. Eu realmente gosto de ler esses tipos ou artigos. Eu não posso esperar para ver o que os outros têm a dizer.

  72. Julio disse:

    Nossa faltou um montão de turmas como: Beira-rio, Alfa, Caverna, etc

  73. Julio disse:

    Esqueceram da turma do Voo Livre de Santo André.

  74. Sergio - Equipe Chugabum Guarulhos disse:

    Parabéns pelo belo trabalho realizado.

    Lendo este artigo, parece que voltei no tempo…. Eu posso dizer que vi quase todos os balões mencionados no post acima. E posso dizer que a homenagem ao Senna foi a que mais marcou…

    Gostaria de aproveitar e mandar um grande abraço ao amigo Lauro, pela lembraça de nossas turmas Chugabum e Sonhos de Papel.

    Abraços,
    Sergio.

  75. Formiga - Mundo dos Balões disse:

    Falar dessa epoca e não comentar dos balografos seria injusto…quem nunca passou no TATI nos sabados e domingos apos as solturas na loja dele pra ver as fotos dos balões e encomendar fotos e quadros?

  76. edgard coloibri santo andré disse:

    OLÁ PESSOAL ESQUECERAM DE MENCIONAR UNS DOS MAIORES FESTIVAIS QUE JA OCORRERAM TAMBÉM NA ANTIGA GARAGEN DE ONBIUS DA EPT EM SANTO ANDRÉ REALIZADO POR NÓS DA COLIBRI E TAMBÉM A TURMA DA REDE NO NOSSO AMIGO GERVÁSIO(NEGUINHO) AQUILO SIM ERA FESTIVAL ABRAÇOS

  77. Cuca disse:

    Olá amigos,
    Há muito tempo não acompanho mais as solturas e resgates em São Paulo, porém esta semana estive na oficina de um amigo e ele estava com a pagina da GB aberta em seu computador e hoje decidi dar uma olhada.
    Fiquei muito contente com esta reportagem, pois resgata um tempo que não volta mais. Me lembro de criança, no inicio da década de 80, meu pai (Dercio do Tatuapé) fechar a loja as 19 hs e quando eram 23:30 hs estavamos no Rio para participar de festivais ou prestigiar a soltura de balões de amigos.
    Agradeço pela lembrança de citarem nossa loja e o nome de meu pai, que além de fogos, vendiamos todos os artigos para confecção de balões.
    Gostaria de lembrar, que dentre as equipes citadas do início da década de 80, foi esquecida a Turma do Gasparzinho, que soltava seus balões no antigo Varejão que hoje é a estação Carrão de metro e a equipe Baleão de São Caetano, que tinha uma grande equipe na região da Rodhia.

    Um abraço a vocês e continuem com o ótimo trabalho.

    Cuca

  78. thiago turma muvuca disse:

    tenho a falar que e maravilhoso o trabalho feito em todo esse tempo e tenho a honra de praticipar disso tudo e amo muito tudo isso obrigado deus

  79. GORDOTurma do bojo sbcampo disse:

    na decada de 80/90 eu acompenhei o melhor momento do balão.

    que saudade.abraços

  80. turma da magia[ alemao]ipiranga disse:

    Ao ler todo esse belissimo documentário,não pude conter as minhas lágrimas pois,me lembro perfeitamente desse maravilhoso anos 80.E foi aqui mesmo no Ipiranga,que tudo começou.Muitos baloes eu vi subir aqui AV.Doutor Ricardo Jaffet mais conhecido como o morro do Klabin,para quem nao sabem esse morro era antiga favela do vergueiro,hoje condominio de luxo.Eu vi muitos baloes da dez de ouro,turma da uniao do mestre guste,turma da aguia do Elde,tuma do pega do sr Jonas,turma da alegria que soltava seus baloes na barroca que ficava na rua Sanches Brandao,e pra finalizar a turma escorpioes da maranjai .Essa ultima turma fez um milagre,que só quem tava sabe no que eu to falando eles soltarão um 6+6 com amaçao de Nossa Senhora de Aparecida,foi numa segunda feira céu totalmente estrelado,quando o painel subil totalmente já no alto,começou a cair leves pingos de agua de chuva mais ou menos uns 3 á 4 segundos foi um momento que nunca mais vou esquecer com certeza só´quem tava la no momento sabe.

  81. Equipirados, Miriam disse:

    Saudações a todos.

    Comecei a acompanhar a Dragões em 1984, com uma filha pequena no colo. Isso não impediu que eu tomasse gosto, formei minha equipe, e em um tempo em que as “moças” ficavam fazendo lanterninhas, aprendi desde o corte até o fechamento e a montagem de painéis e fogueteiras. Até o dia em que fiquei na guia de um 7 folhas hulk, lá na Tancredo, onde é hoje a casa da cultura.
    Hoje mostro para meus netos as fotos, os albúns, e a saudade é grande…
    Parabéns pela excelente matéria, e tbm a todos àqueles que passam adiante esta maravilhosa Arte para que ela nunca se acabe.

    Abraços.

  82. marcos ou cô/ ultima balõesrollers disse:

    parabens muito bem elelaborado., eu soltlei meu primeiro balão quando tinha dez anos em 1982 um 3 por 3 naquele dia o brasil ganhou da de 2 a 1 da antiga união sovietica, até arrepiei quando vi essa réportagen uma pena que como voce disse uma pessoa que poderia ter feito ou pelo menos tentado fazer allguma coisa pela familia baloeira esqueceu sua origem inclusive acho que até chegou aonde chegou com a força de muito amigos baloeiros .,nos fomos julgados a revelia pois não tivemos oportunidade nem de nos defendermos fizeram a lei simplesmente cumpla-se sem discuti-la viramos marginais da noite para o dia mas mesmo assim nossa arte não foi banida quem sabe em algum momento da hisória ainda veremos esses lindos festivais a beira das grandes avenidas e estradas como viamos antes, e lembraremos de todos essses companheiros que se foram mas com certerza deixaram um pouco do nosso folclore e cultura mais rica, pena que os insenssiveis nunca perceberam o mal que fizeram para uma grande parcela da sociedade pois com certeza os balões nunca foram os grandes vilões da distruições do meio ambiente não me lembro de balão ter feito estragos tão grandes a ponto de criminalizar essa cultura., vou ficando por aqui outro dia volto a bater um papo com os amigos e ainda acredito que um dia nossa arte prevalecerá e irão pereber o quanto deixa nossos céus mais bonitos e virão outros homens que com certeza farão a diferença e não serão covardes mais uma vez parabens por esse documentário

  83. Marcao disse:

    Muito boa a reportagem, para que todos conheçam, eu saia de SP e ia ate o Rio comprar fotos e muitas passei ao Tati para reproduzir isso no começo dos anos 80, trazia os caixas bocudos e os baloes japones (chines) para soltar em SP. Participei e assisti a muitos festivais tanto em SP e Rio e fiz amizade com muitos baloeiros. Hoje moro no Rio e chegando na cidade a 10 anos atraz estava afastado de balões e pude reencontrar o Manoel da Cometa onde comecei novamente a frequentar as solturas de balões. Cuca filho do Decio, voce era bem criança qdo começou tudo na Gasparzinho mas fico contente em saber que voce lembra das varias solturas.

    abraço a todos

  84. marcos disse:

    concordo com todo o escritomas não vamos esquecer da minha escola , ou seja turma dopatinhas com o osmar ,o claudiao,carlinhos, laercio , bons tempos o osmar eraum cara que sem palavras apesar de ser farmaceutico tinha o dom para decorar balão

  85. Nossa matéria show de bola mesmo!!!! Parabéns!!!!

    Só uma coisa que discordo da sua opnião, mas como cada um tem a sua, você foi certo nas palavras.
    Para mim a Turma da Praça do Aeroporto e a Turma da Paixão estão também entre essas famosas equipes.
    E não poderia nunca deixar de lembrar do CHURRASCO que com sua loja lá no Belém nos recebia de braços abertos, pois sabia que saíamos de busão aqui da Zona Sul para comprar material com ele e aproveitava e ensinava mais um monte de técnicas.
    E também do Sr. Oswaldo e seu filho lá na Balonautas que também eram muito gente boa e estavam sempre dispostos a ensinar um pouco mais.
    E para a molecada da Vl Olimpia tinha o PITUCA que ensinou muita gente com suas armações onde hj é a AV Helio Pelegrino. A Antiga União da Viula Olimpia e o pessoal da antiga Luar do Brooklin, esse campo era demais.

  86. Eu vivi o final da década de 80 e a de 90 essas turmas que fizeram parte das páginas dos albuns q tenho até hoje , sem dúvida uma época de ouro do balão , aonde era limitado os recursos , com uma turma em cada esquina , e sem repressão a nossa arte , com nossos céus repletos de balões de todas as cores formas e tamanhos …

  87. Junior disse:

    Rapaz, se recordar é viver, eu estou vivendo novamente td o que fiz com minha primeira turma , la no Cambuci, zona sul de SP. Poxa, quantas vezes íamos la na turma da União do Custê, do Fábio, do Leão para aprender a fazer cangalhas, balões, etcccc…. E por que tbm não falar do meu amigo Eudes da turma da Águia, tbm do Ipiranga. Rapaziada que tempo bom. Lembro-me dos primeiros 4×4 que fizemos, juntando a molecada da rua para comprar nossa primeira resma de Floor Post ( quem não se lembra ). saudades dessa época maravilhosa. Tinhamos tbm nosso amigo Airton, da turma do Cambuci, que fez seu pião carrapeta com bandeira do toureiro ( coisa de loko ). Po nessa época eram tantas turmas aqui na ZS, que nem davamos para contar: Pega, União, Planalto ( minha última turma), 10 de Ouro, Amizade, Aguia, Vulcão, caracas e porr aí vai.
    E quem não se lembra do famoso FOGUETEIRO EVARISTO com suas cangalhas…
    Caracas, que saudades , saudades, saudades…
    abçs a tds, que tiveram e viveram uma época gloriosa como essa.

  88. ericson disse:

    meus parabens essa reportagem eu vou guarda arquivada pagina por pagina vou mostrar um dia para meu filhos e netos fico muito feliz em saber que a gazeta do balão faz um trabalho maravilhoso destes .

  89. MARAVILHOSSO ESSE ARTIGO. VIVI NO IPIRANGA DE 1.980 A 1.987 CONVIVI COM MUITOS CITADOS NESTE ARTIGO.
    PERTECIA A TURMA DA PLACA, QUE SOLTAVA SEUS BALÕES NA ESQUINA DA GENTIL GOM A NAZARETH (PLACA DA COCCA COLA ) LEMBRAM???
    MARAVILHOS LER ESTE ARTIGO, FAZ A GENTE VOLTAR LITERALMENTE NO TEMPO
    ABRAÇOS
    JORGE

  90. alo rapaziada,parabes pelo artigo pubricado,eu sempre achei muito importante lembrarmos das eguipes,que comtribuiram para a estoria do balão,deicho aqui tambem a minha turma que contribuiu para a estoria.abraços turma da falange de pirituba.

  91. tim maia disse:

    nese nosso univerço so tem coisa maravilhosas tenho que agradeser muito a vcs do site obrigado pela oportunidade todas as turmas são maravilhosas mas tem umas que são inesqueciveis como turma do barão t baleaõ gibinha se algue tiver noticias colocar no site saruga muito tempo parceiro meu dos balão adibe t penha edimundo onde esta ,dedinho b mágico miltão b cuca o meu grande amigo tati ,bocão usm um abraso t falcoes do céu v ema fininho ,ricardo t genios v ema teco dado ,feio ,pascoal,galego e meu irmão neguinho t emenda serjão e pedro eai pacotinho um abrço belinho f do céu emuitos outros , aos meus grande amigos que si foram estão com deus bico t falcoes do céu claldinho alvarenga lélé b magico valmir b magico mirão alvarenga gordo vqv eram otimos parceiros ,só quem teve eles como amigos sabem bem ,porque estou desabafando ,que deus abençoe todos os baloeiro do mundo vleu;tim maia ex turma baloema e ceu aberto

  92. Adorei o artigo. Saudosista e deixa aquela vontade de eu quero ler mais.
    Já que no texto vc cita que componentes da Figuei migraram para outra Turma, porque não fazem, uma entrevista com eles.. Soltaram só gigante e pouco se falam sobre eles. Outro que poderia ser entrevistado e o Maluco do Anderson com suas loucuras gigantescas.

  93. E ai galera !!! show de bola essa reportagem… voltar uns 30 anos atrás… que bom né… cintamento de papel, colar os respiros…rsrsrs e colar a boca então….kkkkkk presenciei muita boca torta…rsrs cabrestos e guias amarrados…. nossa, que época memorável…. revoadas, festivais, resgates… não adianta lutarem contra… nossa arte nunca acabará !!!

  94. Nem precisa comentar… materaoi de encher os olhos SAUDADESSS destes tempos pena que dependia do meu pai e quase nunca vi nada. 🙁

  95. andre niteroi disse:

    Gostei muito da materia bons tempos balao e arte e nunca vai acabar!!!!

  96. claudio- turma da raposa disse:

    gostei muito das matérias , nós também contribuímos na década de 80 ,éramos uma das poucas equipes do centro de sp ,soltávamos balão no terreno ao lado do metrô brás , gostaria de mandar um abraço especial para os antigos baloeiros da vila maria ,quando o vento estava a nosso favor “chovia balão ” aqui em nossa área. lembro -me de vcs -sergião -turma da vila , preto da caxanga, paulada estrelar , yazul ,piratas ,turma do abóbora,falange,vento levou ,e gostaria de mandar um abraço para o xexeu da turma jovem da vila ,para o severino da turma da vila ,saudades do nosso amigo drausio ,que hoje descansa ao lado de Deus.

  97. Doido, Vôo Livre (Mauá) disse:

    Adorei a mateira é bom relembrar de quem fez parte da historia do balão e ainda o fazem, agora seria bom contar os detalhes dessas historias como suas solturas e resgates historicos.
    Parabens pela mateira ass: Doido

  98. robert jr disse:

    Parabens

    Realmente a historia Retrata e resgata a verdadeira rais da Arte Proibida.Chegou o momento de todas
    as turma unirem-se em desfesa desta sublime arte.Vamos promoves e divulgar esta ação para que tenha
    uma lei que defenda a nobre Arte.Um grande abraço a todos baloeiros do Brasil .
    Balão no Ceu alegria na terra ………….

    Robert jr Rio de janeiro / jacarepagua /taquara

  99. zeca disse:

    que marvilha! derramei lágrimas ao ler tantos depoimentos e matérias, de turmas que nunca, mais nunca serão esquecidas, verdadeiramente vc é um mito da arte do balão, sabe realmente de muitas coisas que muitos da atual não sabem.

    vejo que muitos postaram meio que uma lembrança ou até mesmo, um mercham de sua turma etc…mas não querendo aproveitar a carona nestes, nunca poderemos deizar de lembrar da turma do oceano, de guarulhos vila gaklvão, umadas turmas que mais resgatou balões desde a época do golfier da paulistano oque chamou muito sucesso e esta boca deste bão até hoje se encontra em nossos cantos guardadas como um grande trofeu, uma equipe que incomodou muita gente, tendo como cabeças o lendário kazu, e o lendário taka seki e seus filhos roberto, antcha, e ricardinho,uma família sábia nesta área, onde dava gosto de correr com os mesmos onde o mais engraçado, era ber os cabeças adivinharem onde deceriam os balões eram incríveis, como pegamos balões, quantos gigantes pegamos, onde até hoje temos alguns para serem soltos, por aqueles que aindam sobrevivem, que saudades eles deixaram, e que recordação temos do maior letreiro que já foi visto caminhando pelos céus de guarulhos 90metros escreitos nitidamente “oceano” arrastando multidões, que lembrança incrível de grandes pelotas que mediante ao conhecimento salutar de taka e kazu, pegamos sozinhos, nos deixando experiências para todo o sempre.

    obrigado turma do oceano, obrigado grande kazu e eterno seki o taka, que equipe, que família, não tinha pra ninguém quem viveu dos grandes citados acima sabem que éramos, e doque éramos capazez. parabéns a todos que foram e são de coração desta equipe que deixou muitas saudades, e que nossos cabeças nos olhem lá do céu e nos protejam, e abençoe todos nós baloeiros, e que tirem todos os balãozeiros de cogitação, os que causam tumultos, e princípios para proibição.

    parabens do fundo de minha alma a todos os mencionados acima.

    att, zé turma do oceano.

  100. Cedio - Artseda - Curitiba disse:

    Lendo essa bela matéria e tendo como coincidência a visita que fiz a uma amigo baloeiro dos bons anos 80 e 90 aqui em Curitiba, acompanhei toda essa história ai de São Paulo através dos albuns de figurinhas que foi uma febre aqui no Paraná pelos a segunda metade com balões maravilhosos da Penha, Emenda, Estrelar, Severa Albatroz e tantas outras… Parabéns pelo trabalho apresentado
    Um forte abraço Cedio – Artseda – Curitiba/PR

  101. ERNANI TNT (AMIGOS DE OLARIA) disse:

    Não podemos esquecer do grande baloeiro do Rio que ajudou muito os baloeiro de São Paulo eu falo do Sr. Ivo Patrocinio como muitos conhece ou Ivo dos irmões metralhas (Ivo, Itamar (falecido) e Geninho (tabém falecido) ).
    Hoje eu tenho 44 anos mais nos meus 16 anos no ano de 1984 entrei em uma sala comercial no centro do rio e vi um alfaiate muito concentrado em seu trabalho fazendo belos unifornes para a corporação dos bombeiros do Estado do Rio de Janeiro e pude ver nesta mesma sala belos quadros pendurados em sua parede os balões mais belos que já vi até hoje, (já fiz belos balões já ganhei bocas de ouros com TURMA DA REDE, TURMA PAISAGEM mais nenhum chega perto daqueles balões eles tem histórias com o tempo fiquei amigo deste grande homen e pue ver ele mandar muitos maudes para São Paulo nas melhores turmas da antigas.
    Um grande abraço aos amigos desta arte.

  102. Edu - Praça Aeroporto SP disse:

    Bela matéria Dinho, mas sem desmerecer nenhuma delas coloco um parêntese nesse comentário de melhor turma da Praça, pois a Praça Aeroporto também tem sua contribuição e ganhou muitos festivais em 1º lugar sem deixar dúvidas. Foram 3 edições dos festivais da União, o comentado festival de Campinas de 89, os festivais da Resgate, Balão Mágico, Caverna e tantos outros. Na bancada da turma até hoje tem uma prateleira enorme com uma infinidade de troféus, sem contar que tenho alguns também aqui em casa da Balonautas, Pingo de Ouro em 96 com 2 destaques e o festival da Caverna em 97 com outro destaque ocorrido no campo da nevada no ABC.
    Não tivemos tanta ousadia com balões grandes e fizemos somente um 15×15 em 89 que inclusive tem fotos aqui no GB, mas a turma sempre gostou de balões menores, no capricho e bem decorados.
    Tem mais uma informação que talvez poucos saibam, mas no começo de 2000 foi realizada na mansão dos nobres em SP a festa de entrega da Boca de Ouro de 99, nós ficamos em 2º lugar e o Truff do Oscar dos Naypes acabou levando, mas nesse mesmo evento aproveitaram e homenagearam as 10 melhores turmas da década de 90 e a Praça Aeroporto estava entre elas e o Tinão foi chamado pra receber o troféu.
    Muitos amigos que estiveram nessa entrega da BO de 99 disseram que foi injusto termos perdido pro balão dos Naypes, considerando que tínhamos um balão riscado e filetado de boca a bico e um tema bem bolado da Amazônia. Na entrega teve um cara da comissão que disse que perdemos pq nosso balão era de “gomo reto” (que não deixou nada a desejar)…rs, um 10×7, mas o nosso maior problema (culpa) foi ter deixado esse balão pronto e guardado durante 3 anos, pois era pra ter subido no final de 96 e por muitos contratempos em juntar toda turma e a repressão, só conseguimos soltá-lo em dez’99 em Cajamar.
    Várias turmas marcaram historia e prova disso são os comentários que vemos aqui de grande valor para o registro de mais de 30 anos.
    O fator que fica marcado nessa trajetória e contribuiu para a repressão, infelizmente foi e continua sendo os resgates.
    Muitos agora comentam desses países onde o balão ainda não é crime, mas num futuro próximo a repressão vai bater na porta.
    Saudações!

  103. Turma do Fogo (extinta) disse:

    Fantástica matéria, realmente ate me emociona relembrar de como era soltar balao nas ruas, campos e terrenos,olhar para o céu qualquer dia da semana como tempo bom e ver vários baloes, pequenos grandes.. Enfim !!!
    Eu só gostaria de dizer que, adoraria ver nessa matéria uma Referencia a Turma do Mé… Pois acredito que essa turma foi o Pai de todas as turmas da região de Capão Redondo e região. Nos anos 70 e inicio dos anos 80 essa turma soltava baloes fantásticos, numa época onde fazer um balao 3×3 a 6×6 era muito dicicil, eles já soltavam com total excelência esses baloes, com painéis e fogos, piao com bandeira e fogos, asa delta etc.
    Se hoje amo baloes devo isso a essa excepcional turma, e se na zona Sul de SP ate os anos 90 existia uma turma em cada esquina, devesse em grande parte, direta ou indiretamente a Turma do Mé.
    Nunca vou me esquecer do painel com um menino fazendo xixi, onde o xixi era chuva de prata, ou do painel de nossa senhora, que infelismente queimo na Guia, mas ate hoje e lembrado pelos moradores mais antigos, ou do balao todo preto, com um bojo de envelope e escandinhas, que formava uma tassa… Em fim.
    Abraço a todos.

  104. SEU NENO ZONA NORTE disse:

    OLA FALTOU FALAR DA ZONA NORTE DE SÂO PAULO
    DO SEU NENO DA BALAO ARTE DO PADEIRINHO DA 100 FIM CASA VERDE DA TURMA DO CHORA QUE FAZIA OS FESTIVAIS NA RUA NDO CEMITERIO.

  105. comando oeste osasco disse:

    ZECA,CRESCI VENDO MEU IRMAO E MEUS VISINHOS SOLTANDO BALOES NAS DECADAS DE 70 E 80,E EM 90 COMECEI COM OS BALOES MODERNOS,MAS SENDO MODERNOS OU NAO O AMOR POR ELES E O MESMO,E POR ISSO QUE DEVEMOS NOS UNIR PARA ESSA ARTE NAO MORRER JAMAIS,OBRIGADO A TODOS OS AMANTES DA ARTE DE CONFECCIONAR BALOES…

  106. cesinha turma da mancha disse:

    voces estao de brincadeira falar de balao nas decadas de 80 e 90 sem falar das turmas buraco da onça e parque, ponte.

  107. BALOMANIACOS disse:

    BALÃO MODELADO SEM COMENTARIOS UNS DOS BALÃO MAIS BONITO DA PARA SABER SO DE VER O BALÃO DA USM MODELADO DE 54 METROS PARABENS PARA ESSA TURMA E PELO BALÃO

  108. Buraco da Onca FRAN disse:

    Muito emocionado de achar a velha guarda por aqui….

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