Balão x Avião: Perigo inexistente | Gazeta do Balão
Balão x Avião: Perigo inexistente
Publicado em 25/06/2013 | 307264 Visualizações

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     No dia 11 de Setembro de 2011,  ocorreu o ataque terrorista do World Trade Center em Nova York fato conhecido por todos onde 2 aviões comerciais de grande porte se colidiram com as torres Gêmeas, devido este ocorrido muitas questões foram levantadas e uma delas foi para a comunidade baloeira.

Muitas vezes a imprensa e autoridades alertam dos perigos que os balões trazem para aviação principalmente aos arredores de aeroportos como de Cumbica em Guarulhos, sendo uma região com grande concentração de baloeiros assim levanto uma pergunta para todos os baloeiros, será que tal perigo existe?

Sou baloeiro desde 1985, época que o balão era legalizado e tinha dias a tarde que o céu ficava forrado, e aviões trafegando no meio deles, e até hoje nunca ouve acidentes provocado por balões.

Voltando ao ataque do World Traide Center dois dias depois do fato, na rádio CBN São Paulo, o Jornalista entrevistou o comandante da aeronáutica e especialista aéreo Juniti Saito, questionando, sobre as imagens que mostram os aviões colidindo com os prédios, e podemos observar que eles estão em uma leve curva acentuada e de encontro com os edifícios, com este exemplo foi a pergunta ao comandante porque eles estavam em  curva de encontro com os prédios.

O comandante Juniti Saito com todo seu conhecimento e experiência, explicou que um avião com capacidade de mais de 10 passageiros e a jato, no momento de decolagem precisa estar no mínimo a 230 km/h, os aviões do atentado tinha capacidade de mais de 200 passageiros, sendo assim estes aviões devido sua massa e sua velocidade empurra num raio de até 300 mts na sua frente uma grande quantidade de ar.

Com está comprovação é certo que quem estava pilotando os aviões no momento de impacto era altamente competente e experiente, por que sabia disso. Quem nunca esteve em uma estação do metrô tipo da Sé ou Anhagabau, quando o trem esta vindo no túnel nós sentimos um grande jato de ar, tudo bem sabemos que ele está vindo de um túnel, mas em velocidade bem menor e com uma dimensão de frente bem mais estreita, agora imagina um Airbus 380 vindo a 500 km/h na sua frente.

Os aviões em rota de colisão estavam em curva para dibrar a imensa turbulência que estava por vir, que quanto mais perto dos prédios eles chegavam mais difícil seria o controle, o comandante deu até um exemplo prático, se pegarmos um seringa de injeção puxamos o cabo e depois tampamos o bico com o dedo onde vai a agulha e tentamos apertado o cabo para dentro novamente não vamos conseguir devido o ar acumulado, os aviões se estivesse em reta com os prédios não teriam acertado e promovendo o grande estrago, como desejavam seria um empacto parcial tipo só uma asa uma parte apenas da aeronave, por causa desta camada  de ar contra uma parede de concreto jogaria o avião para os lados.

Agora que sabemos desta teoria e confirmação por pessoas qualificadas, perguntamos se um avião de grande porte encontra um balão de 20 mts na sua frente haverá o impacto, acredito que não porque quando ele estiver a 400 mts de distância para atingir o balão esta camada de vento empurrada pelo avião já vai deslocar o balão de sua frente sendo porque o balão é um objeto flexível e solto no ar e bem mais leve, fora a questão que o avião e controlável e o piloto também tem como desviar.

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Podemos apenas confirmar está teoria com aviões de grande porte, onde a imprensa insiste em dizer o perigo, agora em aviões pequenos podemos concordar que existe um risco.

 

Colaboração:

SERGIO BRAGHITTONI

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