Criatividade, arte para poucos | Gazeta do Balão
Criatividade, arte para poucos
Publicado em 17/12/2011 | 470440 Visualizações

Olá amigos! Nestes mais de 30 anos de balões modernos no Brasil, tivemos milhares de balões, solturas memoráveis e, assim como hoje, sempre vemos que os balões, em alguns casos, são sempre iguais. Seja num estilo de desenho, uma decoração que lembra outra, ou até mesmo pequenos detalhes fazem com que pensamos que o balão chegou ao seu limite em relação a criação.

Mas em qualquer atividade, vira e mexe a mente criativa de alguém nos surpreende com algo novo, diferente. No mundo do balão não poderia ser diferente, afinal, balão é arte e seus artesãos, os baloeiros, sempre apareceram nestes mais de 30 anos com alguma ideia criativa e diferenciada em seus balões que fizeram dele, se destacar e se tornar inesquecíveis.

Vamos relembrar alguns:

1980 – 9×9 – Cometa – RJ

Na armação tinha um Pião que rodava através de um motor ligado a uma bateria de moto:

1980 – 9×9 – Amizade – RJ

Balão todo preto que simulava um relógio:

1986 – Conjugados 4m – Chuva de Prata – SP

Nesta criativa união, a extinta turma da zona sul de São Paulo uniu 12 caixas de 5 gomos criando uma estrela que levou uma enorme chuva de prata, tão tradicional em seus balões que a turma acabou levando o mesmo nome. Chegaram a fazer outro que subiu de dia mas eles queimaram.

1987 – Pião 32m – Caveira – RJ

Idéia diferente, audaciosa mas o balão explodiu antes de saber se daria certo:

Casarão Méier – RJ

Turma antiga e respeitada a Casarão se destacou e fez história por balões criativos e inesquecíveis além claro, das gigantescas estrelas de 54 e 60 metros.

1991 – 10×10 – Festa Junina

1992 – Pião 16m – Colosso de Rhodes

1999 – 8×7 – Estátua da Liberdade

2000 – 11×11 – Batman

1998 – Por do Sol e 2003 – Sandú Mosaico – SP

Dois balões e turmas distintas mas que marcaram com suas fogueteiras diferenciadas. Em forma de estrela pela Por do Sol e as redondas, sempre vistas em balões da Sandú Mosaico:

1995 – Truffi 27m – Emenda

Homenagear um ídolo em um balão é até normal, mas só a Emenda pra fazer algo “tão simples” se tornar um marco:

1999 – Truffi 28m – Os Naypes – SP

Se em 95 a Emenda marcou com seu Truffi de 27 metros reproduzindo o capacete de Ayrton Senna, 4 anos depois, Os Naypes homenageou o maior jogador da história do basquete  brasileiro, Oscar Schmidt:

 2005 – Truffi 16m – Vulcano – SP

Ideia genial que infelizmente não deu certo.

Mas 2 anos depois, refez o projeto e, desta vez subiu com perfeição. Marcou mais uma inovação ao fazer uma bandeira vazada com celofane:

2007 – Lâmpada 10m – Art Final – SP

O balão em si não era novidade pois é uma réplica do Recorte da RWR solto em 1991. o destaque ficou para a caixa da lâmpada:

Pião 17m – Raios do Sol e Evolução (2008) e Pião 21m – Perfeição (1999) – SP

Podem não ser os primeiros mas foi o que eu lembrei, rs

Ideia genial de fazer a bandeira em 2 partes:

2007 – Modelado 22m – Outra Paixão – PR

2010 – Truffi´s 10m – Passatempo:

1997 – Truffi 12m – Balokura (ZS) – Balão simulou uma cesta de basquete:

 

9×9 – Méier – 1980 – Acima do palhaço na armação tinha pequenos balões que acendiam em sequência simulando bolas de um malabarista. A roda do monociclo também rodava através de um pequeno motor ligado a uma bateria de moto:

É isso ai galera. Vale lembrar que não citei balões de recorte porque isso já é outra história.

Espero que gostem e me ajudem com mais balões geniais de todos os tempos. Colabore e nos ajude a contar esta história!

Abraços

Dinho

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