Nesta edição da GB trazemos uma, senão a primeira turma de baloeiros de São Paulo, nascida numa época de ouro, onde confrarias de amigos se reuniam todas as noites boas para resgatar, aliás, correr atrás de balões como era conhecida esta atividade. De simples piões de gomo torto a caixas, almofadas, charutos e tantos outros Maria-Pretas, um grupo de amigos acabou fazendo de seu hobby um vício e nos anos seguintes, a turminha que se reunia na praça se tornou a Turma da Praça,uma das mais importantes turmas de baloeiros da história do balão em São Paulo.
Participaram desta entrevista Edu, Daniel, Paulinho (GNB Paixão), Magrão (Emoção), Marquinhos, Rafinha, Totó. Tinão e Xurupita.
GB: Como foi o início de vocês no mundo do balão?
TP: No começo dos anos 70, eu (Totó), o Xurupita e mais uns amigos tínhamos o costume de nos reunir numa Praça na Avenida dos Bandeirantes, muito conhecida na zona sul de São Paulo, pois ela corre paralela a pista do Aeroporto de Congonhas.
A cada noite ficávamos esperando os balões aparecer para ir atrás. Tinha noite que chegávamos a reunir 30,40 pessoas nesta praça e na época das festas juninas, chegamos a pegar 35 balões na mesma noite. Naquela época não existia os balões “modernos”. Eram sempre Chineisinhos, Bocudos, Caixas, Almofadas, os conhecidos Maria-Pretas. O que aparecia piscando no alto a gente saia que nem doidos atrás. Guardávamos todos os balões e os soltávamos nas festas juninas.

GB: Qual a importância desta praça pra todos vocês?
TP: Lá foi sem dúvidas um dos principais pontos de encontro dos baloeiros durante as décadas de 70, 80 e 90. Muita gente que simplesmente gostava de balões ia pra lá pra conhecer novos baloeiros, aprender, bater papo e claro, correr atrás de balão. Tínhamos o costume de chegar, acender uma fogueira e esperar os balões aparecerem. Muitas vezes, assávamos batatas, fazíamos churrascos e algumas vezes saíamos atrás de algum balão e quando voltávamos, a molecada comia tudo. O Magrão era um dos ladrões de batatas. (risos). Ganhamos muitos amigos em nossa passagem por lá. Já nos últimos anos, uma molecada começou a crescer com a gente e entre elas, tínhamos o Washington – o Magrão, hoje na Emoção (ZS) e o Paulinho (GNB Paixão).
Entre as décadas de 70 a 80, de segunda a segunda as reuniões na pracinha eram constantes e podemos dizer que talvez a sua tradicional fogueira nesse período nunca tenha se apagado, pois a qualquer hora aparecia um para abastecê-la (risos). O cara que mais aparecia no fim das tardes era o Bira, conhecido vendedor de fitas de balões na época que chamávamos de “pouca sorte”.
Nos últimos anos, com o crescimento imobiliário, hoje onde era a praça ficam o Hotel e a conhecida boate Bahamas. Muitas turmas nasceram nessa praça e isso nos orgulha muito.

GB: Porque escolheram Turma da Praça?
TP: Em 1978, tinha tanta gente atrás dos balões e, inevitavelmente, aconteciam brigas e, em muitas delas, os balões rasgavam, queimavam. Por muitas vezes isto acontecia entre nós, pois na hora que o balão tá caindo, na adrenalina ninguém vê nada. Resolvemos então criar uma forma de nos identificar debaixo dos balões. Decidimos fazer uma camiseta amarela com o nome de cada um no peito assim, na hora dos resgates ficaria mais fácil de identificar quem era da turma e quem não era. O nome Praça era inevitável, pois éramos conhecidos como os baloeiros da Praça do Aeroporto. Acredito que este foi o primeiro uniforme de turma de baloeiros de São Paulo.

GB: Quais os primeiros balões?
TP: Como dissemos, nosso negócio era “pegar balão” e soltá-los, obviamente. Mesmo que eles rasgassem, remendávamos e mandávamos pro alto de novo. O primeiro balão “moderno” que fizemos foi um 3×3 de Floor Post em 1980 para o Festival da Turma da Amizade, o primeiro festival de balões de São Paulo que foi realizado na Ricardo Jafet. O balão tinha chances até de ganhar, pois era muito bonito, mas um dos nossos amigos o Chophen, rasgou ele todo de tanto arrastar ele de um lado para o outro. Nossa primeira armação foi um 3×3 que eu (Totó) peguei na Chácara Flora e o soltamos com uma armação retratando um ursinho:

Nosso primeiro balão de grande porte foi um 7×7 também de Floor Post em 1984. Como era difícil arrumar Kraft e Hulk, o Papel Floor Post foi muito utilizado na época em balões grandes porque ninguém acreditava que a seda agüentaria. Sua confecção demorou mais de 2 anos porque todos os dias que nos reuníamos para fazê-lo, sempre parávamos a confecção para ir atrás de algum balão. No fim, acabamos dando este balão para um amigo chamado Marcão.
GB: Vocês tiveram algum auxílio para essa mudança dos Maria-pretas para os balões modernos?
TP: Sim. No começo da década de 80, era época dos festivais da Ricardo Jafet e fazíamos nossos balões no chão e numa mesa de Ping Pong na casa do Totó. A convite do China e do Ênio, fomos na bancada da 10 de Ouros para conhecer novas técnicas de confecção como cintamentos, respiros e até mesmo a forma de fazer os balões. De certa forma começamos a se enquadrar aos padrões das grandes turmas e cheguei (Totó) a abrir uma conta no banco para recolher mensalidades para podermos comprar os materiais para fazer os balões. Na época não era como hoje onde se encontra de tudo. Por isso, nós mesmos fazíamos praticamente tudo do balão, as lanterninhas, bocas, etc.

GB: Como começou a parceria com a Turma de Moema?
TP: O Celso fazia balões com sua namorada e na hora de soltar nos chamava para ajudar. Naquela época tinha muito disso. Quando um balão ia subir, sempre estávamos lá ajudando. Por muitas vezes emprestávamos a nossa bancada, materiais aos amigos. Tínhamos um galpão com várias bancadas e as turmas vizinhas se reuniam lá para fazer os balões. Naquela época, era comum cortar o balão no domingo, fazê-lo na semana e soltá-lo no sábado, e a soltura era um evento que parava a região.

GB: De tantos balões soltos pela Turma da Praça, quais foram os mais marcantes em sua opinião?
TP: Foram sem dúvidas os balões vencedores de praticamente todos os principais festivais das décadas de 80 e 90 além claro, do 15×15 fogueteiro noturno solto em 1989.

GB: Como decidiram fazer um gigante fogueteiro.
TP: Tudo começou anos antes quando o Tinão cortou um 20×20 para a Figueira Grande. Pouco depois, o Pinduka que era da Turma do Cumpadre e veio fazer balões conosco, tinha acabado de dissolver uma sociedade com o Silvio em uma loja de fogos e procurou o Miltão da Figueira para lhe vender os fogos. Acabou fazendo uma troca com ele pelo 20×20. Com o corte na mão, tiramos este 15×15, metade de um 10×10 e um pião de 20 metros que está guardado até hoje. Pra gente foi muito legal e uma grande experiência. O balão não teve muito sucesso porque tinha muita neblina e o balão queimou após o fim da queima dos fogos.
GB: De todos os troféus ganhos por vocês, quais foram os mais importantes?
TP: Ganhamos o primeiro lugar nos principais festivais de São Paulo como os da Pingo de Ouro, União, Campinas, Balão Mágico, 2 Rodas além do mais importante que foi sem dúvidas, o troféu dado pela organização da Boca de Ouro de São Paulo na festa de entrega dos troféus dos campeões na Mansão dos Nobres em 99. Recebemos um troféu por ser uma das 10 melhores turmas da década devido aos títulos em festivais. Também ganhamos um troféu de destaque numa exposição no Tennis Clube de São Paulo organizado pelo Ivan da Dez de Ouros. Este balão foi solto tempos depois no festival da Duas Rodas e ganhou outro troféu.
GB: De onde tiravam a inspiração para seus projetos?
TP: Eu, (Tinão) Junto com meu irmão Amadeu, já falecido fazíamos nossos projetos. Não sabíamos desenhar, mas éramos bons em reproduzir qualquer desenho. Depois o Celso da Turma de Moema riscava o balão pra gente. Nunca pagamos alguém para fazer um leque, nunca concordamos com isso. Nossos projetos sempre foram feitos por nós mesmos. Não importa que se em algum balão, por exemplo, a mulher era feia, parecia um travesti. Para nós o que importava é que nós mesmos que fazíamos, mesmo que os desenhos não fossem tão perfeitos como nos dias de hoje.
GB: Participaram de Resgates? Se sim, comente alguns que merecem ser lembrados.
TP: Nós pegamos muitos balões, na maioria pequenos. Eu (Totó), tinha uma Kombi 73. Enchia de gente dentro e saia atrás de balões pra tudo quanto era lado. Entre os maiores, pegamos um 10×10 da turma do Morro. No dia do casamento do Xurupita em 83, pegamos um 5×5 fogueteiro duas ruas abaixo do Buffet e o dobramos lá dentro no meio da festa. Foi um dia louco. A luz acabou, a festa atrasou, soltamos um balão e ainda pegamos outro. A mulher do Xurupita até hoje não é muito fã de balões e me lembro que ela ainda falou: “Pô, até no dia do meu casamento?”…

GB: Em sua opinião, o principal fator que prejudica a nossa imagem quanto à sociedade é o resgate ou os balões fogueteiros?
TP: Os dois, por mais que os resgateiros se achem na razão, muita gente vai para fazer baderna, acabam destruindo telhados, cercas e portões. Já os fogueteiros, quando mal feitos ou planejados, podem machucar, causar incêndios, acidentes. A única coisa boa do balão fogueteiro é que ele cai, na maioria dos casos apagado. Antes os resgates não ofereciam muitos problemas porque os balões eram pequenos, tinha poucos adeptos, não havia muitas casas. A zona sul era composta por muitos terrenos, as ruas eram mais calmas e hoje, as coisas já não são mais assim.
GB: O que vocês acham que deveríamos fazer para mudar?
TP: É questão de consciência. Por muitas vezes participamos ou apenas acompanhamos reuniões entre baloeiros para acabar com brigas e saiam brigas novamente. Você aparta uma e aparecem mais 3.É necessário que todos tenham consciência e comecem a pensar mais em seus atos e responsabilidades além, claro de respeitar o próximo.
GB: Boca de Ouro? Chegaram a participar de alguma temporada?
TP: Com tantos troféus ganhos em tantos festivais, na Boca de Ouro não tivemos o mesmo sucesso. Participamos em 93 na Armação de Prata com o 6×5 do Heman e perdemos para a Xumbo Grosso. Já em 99, soltamos um 10×7 que retratava índios. Acabamos perdendo para o Truffi de 28 metros do Oscar, solto pelos Naypes. Assim como nós, muita gente não concordou com o resultado e por isso, perdemos o interesse de participar deste campeonato.

GB: Um momento difícil?
TP: Foi o acidente com o Celso no resgate do 9×9 da Luar de Vila Sônia com a Armação da Amazônia em 1993. O balão caiu no Jardim Bonfiglioli, próximo a USP em cima de algumas casas. Um monte de gente subiu em um telhado que era bem fraquinho e o Celso ficou em cima de um muro. Chegou a polícia, o povo despencou com o telhado em cima de carro e o policial com um cassetete começou a bater em todo mundo. O Celso se assustou e caiu do muro, prendendo a perna numa lança do portão ficando de cabeça pra baixo. Eu (Tinão) e o Valdir ajudamos a tirar ele da lança, fizemos um torniquete com a guia do balão e o levamos para um hospital, pois a polícia não quis levá-lo. Chegamos ao PS de Pirituba, não havia condições de atendê-lo e na manhã, ele foi levado para o Hospital Jaraguá em Moema. Foi uma situação difícil, inesquecível e para a sorte dele, não teve nenhuma seqüela grave, apenas a fratura e o corte. Eu (Paulinho) fiquei um ano inteiro indo na casa do Celso todo santo dia para aplicar as injeções.

GB: Como veem os balões ecológicos? Acredita que os baloeiros vão se adaptar a essa nova prática?
TP: é uma nova prática, há alguns anos isso era loucura se alguém falasse sobre isso e até hoje muitos torcem o nariz, mas acredito que os festivais vão ajudar a melhorar a imagem do balão, trazer as famílias de volta, os baloeiros que pararam, mas o balão com fogo não vai acabar, isso temos certeza.
GB: Vocês vêm de uma geração sem tecnologia, sem conhecimento sobre técnicas e materiais e muitas turmas antigas e baloeiros antigos não concordam com o comércio de mercadorias e mão de obra muito comum nos dias de hoje. Como a Turma da Praça que, ao mesmo tempo veio dessa época onde tudo era feito por vocês, ao lado comercial do Tinão que por muitos anos viveu de cortar e vender balões?
TP: Olha, antigamente era mais romantismo, hoje é mais competição. Nem sempre por um troféu, mas pela satisfação em dizer que pode mais que o outro do seu lado. Antes emendávamos as folhas de Floor Post, fazíamos as lanterninhas, os castiçais, uma a uma na tesoura. Isso era a essência do balão, além claro da amizade. Pegávamos arame dos postes pra fazer bocas, sacos de estopa nas feiras. Hoje perdeu a graça. A molecada quer tudo pronto. Tudo pode ser comprado desde o corte, o projeto, a decoração, boca e afins. Se o cara quiser ele compra o balão pronto, só precisa encher e soltar. Por outro lado, o balão evoluiu. Hoje vemos balões cada vez mais perfeitos e quem não tem tempo e pode pagar, aproveita para comprar produtos ou contratar serviços ajudando muitas pessoas que vivem do balão.
GB: Turmas que merecem ser lembradas pela turma da Praça?
TP: Dez de Ouros – pararam cedo, mas fizeram história com muitos balões de diversos tipos e ensinaram muita gente. A Emenda que também fez história com muitos balões marcantes e apesar dos problemas, tentam se manter e a Estrela do Ar, até hoje com seus grandes painéis comandados pelo grande Dorival .
GB: Balões inesquecíveis para vocês?
TP: O 15×15 (89), o 10×7 da Amazônia (99), um 4×3 com armação do Cristo no Festival da União de 91. Assim que acabamos de encher o balão todos os outros balões foram abaixados deixando somente ele cheio no campo. Chegaram até a arremessar uma pedra furando o teto do balão. Eu nunca tinha visto isso. Também nos lembramos do 34 da Vagalume, 45 da Emenda, o 72 do Lelo e SM e do Pião 34m da Cortiço.
GB: Que balão vocês fariam novamente?
TP: Faríamos uma réplica do 5×4 solto em 89 no festival de Campinas onde muita gente elogiou e se fôssemos reproduzi-lo, faríamos num balão de 20, 24 metros.

GB: A turma da Praça Aeroporto acabou?
TP: Não! Devido ao trabalho, não temos mais condições de nos reunir como antigamente, mas o Edu (apelidado pelo Tinão de Babinha) que cresceu na praça conosco, vira e mexe sempre organiza as confraternizações da turma seja no interior ou em SP e em conjunto com o Rafinha e o Daniel (10 anos já na turma) continuam mexendo e chamando a todos para as solturas. Em breve estaremos marcando uma confraternização para reunirmos toda a turma e soltarmos alguns balões que foram feitos há mais de 20 anos.
GB: Pra finalizar, o que significa pra vocês, a palavra BALÃO?
TP: Balão é tudo! Amizade, companheirismo. Está no sangue. Crescemos vendo, pegando e soltando milhares de balões. Muitos dos fundadores se afastaram por motivos pessoais ou profissionais mas nunca deixaram de amar o balão. O balão é magia, nossa amizade nasceu por causa do balão. Passamos noites e dias em claro unidos em torno de uma paixão e até Ano Novo perdemos atrás das bolinhas vermelhas no céu. Se não fosse o balão não estávamos aqui hoje reunidos relembrando todas estas histórias. Balão para nós é uma família, sempre estaremos juntos soltando balões.
GB: Agradecimentos:
TP: Há algumas semanas o Dinho nos convidou para essa entrevista e achei que seria impossível reunir em tão pouco tempo os quatro caras que deram início a turma: Xurupita, Chophen, Tinão e Totó, sendo que dois deles haviam se desligado do balão há 25 anos. Não foi uma tarefa árdua e num agradável churrasco na casa do Daniel conseguimos juntar o pessoal para a entrevista.
Valeu Dinho pela entrevista, parabéns pelo site e pela luta para a legalização do balão sem fogo junto às autoridades.
GB: Gostaria de agradecer ao Edu e a toda a família Aeroporto pela recepção e por tudo que fizeram e fazem para ajudar a escrever a história do balão no Brasil. Conhecendo a história desta turma, além de nos emocionar e rir muito com suas aventuras, e causos do Tinão vimos uma grande família unida a quase 40 anos que mesmo com alguns de seus integrantes afastados dos balões há décadas, continuam amando e dando exemplo de que, independente do destino que seguimos, a amizade e companheirismo quando são sinceros nunca morrerão. Em nome dos baloeiros, muito obrigado a todos vocês turma da pracinha do aeroporto!
Confira o álbum de fotos da Turma da Praça Aeroporto:






Falar de balões sem falar dessas turmas fica impossível,agente que ama essa arte não pode ficar sem ler essas entrevistas,um monte de balões antigos 3×3,2×2,que tem uma importância imensa,e que baloeiro não queria viver isso.parabéns a praça
Fala Junior!
A bandeira do Cavalo Alado que vc comenta e por sinal “é sensacional” esta na balografia (fotos 41 e 42) e subiu no M12 das mulheres que soltamos no campo da 2 Rodas na Z/S. Inclusive a turma da 2 Rodas resgatou o balão e bandeira inteirinho no canteiro da Rod. Imigrantes após 3 horas no alto, foi uma belíssima soltura. Se quiser me manda seu e-mail que lhe mando algumas fotos em alta resolução.
E ai Adauto?!?!?!?
Como poderia esquecer do Feirão, além de termos solto vários balões de lá, costumavamos ir pro feirão pra ver balão apagado…rs… lugar bom demais, que saudades, e várias turmas soltaram balões lá. Essa revoada e essa bomba que detonou eu me lembro vagamente…rs…, pois foram tantas coisas que vivemos… tá loko.
Valeu, abraços
E ai Edu, blz ?
Quero dar os meus parabens a GB e principalmente a Turma da praça Aeroporto, em especial ao amigo Edu.
Parabens pela reportagem, show de bola. E viva o balão.
Ai Edu, tome ai meu querido, vc e uma pessoal admiravel e um super amigo.
Abraços.
Anderson
Grande turma que marcou época nessa pracinha.
Me lembro que todos os finais de semana que vinha do ABC entre 70 e 80 pra pegar minha namorada a galera sempre estava reunida e por sinal muita gente, parecia até que estava tendo festa por ali…rs.
Brilhante história, parabéns a todos.
Edu lembra de uma revoada de resgatados que fizeram no feirão que tinha ali atrás do canto do rio e clube do mé, no itaim bibi? Lembra de um balão branco que quando subiu com uma malvina de queda estourou baixo dentro do campo e o jogo parou? E os caras ficaram todos olhando para a gente com outro fogueteiro pronto para subir? A gente riu muito, pois o jogo só continuou quando subiram todos os balões KKKKKK
……….ótima entrevista………….esse tinão é uma piada………suas histórias e piadas e mentiras……………..kkkkkkkkk chamem ele de capacete ele fica doido…………..e perguntem a ele da dentista……………….nunca ví ninguem ir ao dentista um ano todos os dias….valeu
Caracas Tinão, que bons tempos aquele…Só sabe daquela época quem vivenciou a mesma… caracas, lendo a reportagem pude cada vez mais relembrar como eram bons aqueles tempos… a modernidade chegou, e aquela satisfação de fazer lanterninhas, envelopes, e etccc infelizmente se acabaram… mas é isso ai, a modernlização chegou e não podemos dete-la de jeito nenhum… parabéns a todos os colegas da turma da Praça, alguns q conheci só de papos rápidos, mas q não devem se recordar, mas Tinão véio de guerra, vc com ctz foi o q mais tive contato, das épocas tbm em q vc trampava com o Guilherme loko…
Ah deixar aqui um abraço ao amigo Toninho – Alvarenga, que tive o prazer de reve-lo no festival de BSF de Mogi… abçs a ele, e a todos da Praça Aeroporto.
Junior – ex t do Planalto ( já extinta – infelizmente )
parabens umas das melhor turma de sampa !!
Com muita satisfação e com muito prazer pude entrar na turma mas nao só entrar mas sim fazer bons amigos alem do meu primo Edu, mas conhecer tinao com suas historias, Rafinha com sua mao magica na perfeição, Cabelito e as dum dum…kakakak…ela careca e o pao…rsrsrs…..jean e o de direita….camilo pequeno grande homem…..o fer …entre outros da turma e amigos de outras turmas tambem que nos encontos sempre aparece um novo com historias novas e antigas tambem..rsrs….triste nao foi poder fazer parte da epoca da praça pois era muito pequeno, mas lembro de umas vezes que fui com meu pai…..mas enfim….acho que o mais importante dessa turma foi a uniao e isso fez que com até hj se nao fosse isso seria mais uma turma exinta. abraçso a todos da turma e a todos amigos tambem.
Jeba…rsrsrsrs
Parabens Dinho pela entrevista, só nao sei como conseguiu reproduzir toda aquela falaçao em escrita kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk eram poucas pessoas mas tava pior que fera kkkkkkkkk passarinho cantando vc perguntava uma coisa o tino contava 12 historias antes de responder o q vc perguntava kkkkkkkkkkkkkkkkkkk mas foi muito show.
Obrigado pela oportunidade, e queria agradecer todos da praça por fazer parte dessa grande familia.
O balão do Cristo mencionado no festival que atiraram pedra, eu estava maçaricando quando percebi queria logo sair de lá de dentro do balão e pegar o safado….hahahahaha o que dizer desta turma? agradeço sinceramente de coração por ter conhecido todos estes caras, porque se eu não conhecesse mas soubesse que existiam caras como estes, iria atrás pra conhecer, sem mencionar que também tinhamos time de futsal, pescávamos e depois nos reuniamos pra assar peixes e carne, sempre foi festa e de qualidade, AMO TODOS ainda bem que morava perto e os conheci num resgate onde caí do telhado e me lembro do Totó e do Celso falando, saia pelo mesmo buraco…..hahahahahaha depois disso me integrei a equipe, abraço a todos.
MEU PAI ERA DA TURMA TAMBEM MAIS SÓ NA EPOCA DOS RESGATES ….LEMBRO DE QUANDO ERA ADOLECENTE ..COM 14 PRA 15 ANOS DE TER IDO NA CASA DO TOTO COM MEU PAI JA DEBILATADO POR UM DERRAME…E LEMBRO DE TER GANHO DELE UM TRUFF DE 4 MTS …RESGATADO E SEM BOCA …..FIQUEI FELIZ PRA PORRA!!!KKKK …BOM MUITO BOA A ENTREVISTA MEU PAI ERA O VALTER MAIS CONHECIDO PELO O TOTO E CIA ..COMO BOLINHA ..NASCIDO E CRECIDO NA AV DOS CARINAS….!!!ESPERO QUE SE LEMBRE…ABRAÇO E PARABENS!!!!
Belíssima entrevista, equipe tradicionalíssima. Gostaria de notícias do grande Bira, um cara muito bacana que filmou centenas de balões, entre eles nosso pião de 24 solto em janeiro de 93 no antigo Paraíso dos Balões, a filmagem mais bacana que vi do nosso balão,
MINHA TURMA É A ESPETÁCULO…NÃO ESPETECULO!!!!!KKKKKKK
MEU PAI ERA DA TURMA TAMBEM NA EPOCA SÓ DE RESGATE …ME LEMBRO DE QUANDO CRIANÇA MEU PAI JA DEBILITADO POR CAUSA DE UM DERRAME ..FOMOS A CASA DO TOTO E LEMBRE DE TER GANHO DELE UM TRUFF DE 4 METROS QUE TINHA SIDO RESGATADO E ESTAVA SEM BOCA …..ESPERO QUE SE O TOTO LER ISSO ELE SE LEMBRE …..MEU PAI ERA O VALTER MAIS CONHECIDO …COMO BOLINHA ….NASCIDO E CRECIDO NA AV DOS CARINAS…..ESPERO QUE LEMBRE ….INFELIZMENTE ELE JA FALECEU…MAIS TENHO CERTEZA ..QUE FICARIA FELIZ DE VER ESSAS FOTOS …E ESSA ENTREVISTA !!!!! QUE POR SINAL FICO MUITO BOA !!!!PARABENS
PARABENS PELA ENTREVISTA, MUITO FODA ..E PRA MIM TEM UM SENTIDO ESPECIAL….MEU PAI ERA DA TURMA DA PRAÇA…NA EPOCA SÓ DOS RESGATES …QUANDO MENOR JA CHEGUEI A IR NA CASA DO TOTÓ COM MEU PAI E LEMBRO QUE ELE ME DEU UM TRUFF DE 4 METROS SEM UM PEDAÇO DA BOKA CHEGUEI EM CASA MOSTREI PRO MEU AMIGO “PIRAMOS”….ARRUMAMO E SOLTAMO!!!!MUITO BOM ….BOM SE VC TOTÓ LER ESPERA QUE LEMBRE …..O MEU PAI SE CHAMAVA VALTER INFELIZMENTE JA FALECIDO….MAIS PELO PESSOAL DA PRAÇA CONHECIDO COMO BOLINHA DA RUA CARINAS…..BOM É ISSO AI PARABENS!!!! E MUITO MAIS BALÃO PRO ALTO!!!!ABRAÇO
Fala Adauto, blz.
Cara, o Serjão (Véio) é literalnente uma enciclopedia e os anos que ele se dedicou ao balão nós temos que multiplicar nossa idade por 2 pra chegar.
Uma grande pessoa, um amigo e um grande baloeiro. Ele é totalmente teimoso e de forma alguma podíamos contrariá-lo que lá vinha as discussões…rs.
Em seu Fusca havia um sininho pendurado e quando aquele sino tocava nos resgates ele dizia que o balão estava perto…kkkkkkkkkkkkkk… pra vc ver como eram as coisas com ele.
Acredito que se juntar ele e o Tinão daria uma semana no mínimo de causos.
Devido a um acontecimento que ocorreu com ele e outro amigo da turma e tbém pela repressão, acabou ficando descontente e se desligou, hoje mora no interior de SP e algumas vezes nos falamos.
De tantas histórias, lembro de uma vez que o ajudei fazer um 4×4 do Palmeiras (eu nem sou palmerense) e o balão só de tons de verde eram 8, fora o emblema do Palmeiras que tinha na batata e todo vazado que ele me fez cortar no estilete mas saiu e soltamos o balão lá da represa Guarapiranga. Uma pena que muitos balões eu ainda não consegui pegar os álbuns pra poder escanear.
Valeu pela msg Adauto, grande abraço.
Babinha, show de bola…parabéns a vc que conheço melhor e a todos envolvidos nessa linda trajetória.
Agradecemos ao GB pelo convite, por essa bela entrevista e parabéns por esse grande trabalho que esta sendo realizado!
Como lhe comentei Dinho, você terá material para o site por pelo menos uns 20 anos, pois a história do balão com grandes turmas e pessoas é riquíssima.
O fato que registra a importância do balão e de tudo isso em nossas vidas, eu filmei em dois momentos da entrevista. O primeiro foi quando o Tinão no meio da entrevista se emociona contando uma de suas milhares histórias da turma. Acho que senão fosse o Rafinha ter zoado naquele momento com certeza ele teria derramado lágrimas de vela…rs. O segundo momento foi quando o próprio Rafinha diz: o dia que eu morrer pessoal, vocês vão ter que soltar um balão no meu velório, qualquer balão, mas vocês vão ter que soltar.
Sobre as perguntas se a Praça acabou ou não, pra mim uma turma que acaba, é quando não temos mais pessoas que representam de alguma forma e isso posso dizer que nesses anos todos à Praça nunca parou, pois de todas as fotos que mandei ao GB desde os anos 70 e o que temos registrado até hoje tem balão solto ou confraternizações realizadas em todos esses anos. Uma turma na ativa não é apenas aquela que solta grandes ou belos balões, mas sim uma turma que mantém a essência e as amizades com o balão de alguma forma.
Infelizmente por diversos motivos muitos realmente tiveram que parar, grandes amigos que deixaram marcado coisas boas e sempre serão lembrados: Sérgio (Veio Sabino) como o Adauto lembrou muito bem, Celso (grande personagem de moldes, desenhos e adorava um resgate), Beto (via balão apagado como poucos e era o cara nos resgates), Pinduka e Amadeu (peças chaves da turma), Alcides (o maçariqueiro), Abobrinha e minhoca (zoador e zuado), Bira (das filmagens), Xurupita e Chophen (os primeiros da turma), Claudinho Belo, Edu pai, Magal, Cibié e Hiro (literalmente eram do resgate), Toninho ½ kg, Zelão, Hélio, Valdir, Perninha, Alê Magrão e tantos outros que tiveram passagem por ali (tenho uma lista de nomes que passa dos 50…rs).
Não tem como passar na Av. dos Bandeirantes sem olhar para praçinha e relembrar tantas coisas boas.
Posso dizer que comecei na pracinha quando meu pai ainda me carregava em seu saco…rs… e todos esses dedicados ao balão e a turma da Praça Aeroporto.
Ver a galera deixando suas mensagens e saber que muitos contam coisas que nem nós imaginávamos, é fantástico.
Agradeço a Deus por ter vivido nas épocas de ouro do balão e por ainda estar no meio de tudo isso, ainda mais agora com a esperança dos festivais com os balões ecológicos.
Obrigado a todos.
show de balões mais uma turma pioneira tem historia e faz escola,e pra quem acha que sabe tudo e não tem nada pra aprender tai uma aula de humildade parabéns isso que e arte verdadeira.
Dinho parabens pela entrevista com a turma da Praça, vc conseg grandes entrevistas eu gostaria muito que o Gazeta entrevistasse a Sonic e Curtiçao pois, sua fanatico pelo trabalho deles e nao so eu mais muita gente Gostaria de ler essa materia.
abraços!!!!!!!!!!!
Esses caras são feras .
Estava presente no festival de Campinas ;se chamava F.B.I.P., ou seja :Festival de Balões Ilusão de Papel .
Nesta noite soltamos dois 3×3 , um era preto com quadros de uma santa o outro era um castelo com a rainha de copas.
Esse balão deles foi sem dúvida o mais decorado, na época se comentou que esse balão valia mil dólares .
turma da praça sem palavras esta turma fez muitas historias fiquem com deus
O que dizer da velha guarda da T. da Praça os caras são os mestres e hoje a T. da Praça Jr. liderada pelo Babinha, Daniel, Alê, Camilo entre outros estamos unidos com o pessoal da velha guarda……Hj msm longe da turma por conta da minha carreira profissional tento me manter ligado e ir nos encontros, o balão que marcou bastante foi o Pião de comemoração de aniversário do Babinha, aquele dia foi um excelente dia mtos balões e mas o Pião foi o principal, o melhor foi o resgate dele, me lembro que atolei num brejo que nem boi gordo…kkkkkk…..bom foram inumeras histórias……Copa de 98 a galera reunida na bancada nos jogos……Abrass a tds.
Parabéns Dinho bela reportagem, trazendo gente que realmente tem a ver com com a história do balão, ouvia o Claudinho falar muito da Turma da Praça com o mirão, é bom saber que eles estão pensando em voltar, e nos dar esse prazer de velos no meio de novo, parabéns pela reportagem, eu comprei muitas fotos de seus balões um abraço a todos.
Em primeiro lugar Muito Obrigado Dinho por voltar a reunir meus amigos. tenho saudade dos papos com seu Pai. uma grande pessoa, aonde ele estiver. tenho certeza que ele esta orgulhoso do filho que tem. deixem criticar . o que vc fez por nos ( Baloeiros ) poucos fizeram vc e o CARA.
Obrigados aos comentários de todos não vou dar nomes pois são tantos Obrigado de CORAÇÃO. pois balão nãe e só Arte é acima de tudo AMIZADE OBRIGADUUUUUUUUUUUUUUUUUU
Valeu Tinão seu careca safado que mora no meu coração! Abração e corta meu balão, rsrsrs
Ae Tinão Abç do Abobrao Brilho Campinas
Dinho parabéns bela materia com os caras que fizeram e fazem parte da Essência de todos os baloeiros e fazem parte de nossa arte .
abs
Nossa, quanto tempo não via o Diamantino, este é gente finíssima. – Rafinha, manja muito de balão, precisa voltar a ativa heim. – Babinha, continua com cara de bambi.
Fiquei sabendo por intermédio de uns amigos da Z/Sul, que vcs vão voltar a atividade. Isso sim é uma boa notícia.
Parabéns Pça por nos mostrar sua historia de tanta dedicação,presenciei alguns desses nos festivais,realmente eram alvos de atenção.Espero ainda ver mais balões de vcs com essa nova geração.
abs : EDU
Espetacular materia ate hoje nós com nossos lindos e bem feitos baloes soltos no rio de janeiro nos surpreendemos com a vontade e o praser do meu pai um senhor de 60 anos de idade ,confeccionar com o maior praser seus baloes como ele diz ate hoje( tangerina ,barrica,traveceiro e outros ) infelizmente nos escandalizamos com os indios nos resgastes que a cada contribuiem dando um prato cheio as emissoras de telivisao,e de certa forma marginalizando nosso tao bela arte de faser e soltar baloes.
PORRA MUITO LEGAL ESSA MATERIA COM A GALERA DA TURMA DA PRAÇA TINÃO VELHO CONHECIDO CORTAVA MUITOS BALÕES PARA MINHA EQUIPE ANTIGA E OS ENCONTROS NA PRAÇA QUE ERA EM FRENTE O BARRAMAS PUTA QUE SHOW ESSE EQUIPE TAMBEM FOI BEM LEMBRADO DINHO ABRAÇOS CARECA TINÃO E EQUIPE BY RICARDO MESTRE DOS DESEJOS
Valeu Dinho e Edu por contar a história de uma turma tão importante para os baloeiros que cresceram na vila olimpia e região, pois aprendemos muita coisa com a PRAÇA. Nós que também éramos da bandeirantes só que do outro lado (perto da marginal) ficavamos reunidos na calçada larga da pista para ver os balões da PRAÇA subindo e sempre que subíamos até o aeroporto éramos muito bem recebidos por eles que sempre procuravam ensinar a arte a gente. Tem um senhor que não lembro do nome, mas ensinou muito a gente, naquela época o pessoal o chamava de véio, ele tinha um fusca lindo todo original e nos levou numa bancada na casa dele e ficou ensinando um monte de coisas que naquela época não tinhamos conhecimento, isso por volta de 89,90. Saudades daquela época. Abraço
Parabéns pela entrevista, já tive o previlégio de estar alguns momentos da minha vida com esse pessoal te total simplecidade e humildade,
Tinão Gnomo…rs muito irreverente, edu ne se fala.e o Rafinha, ah, não se esqueça quero o meu leke dos gnomos… rs abraço, e estou com saudades das confraternizações da turma da praça…
parabens pela entrevista so me fez lembrar dos tempos bons]]
xandao antares horto zn
CARALHO “GB”ESSA SIM É TURMA DE BALOEIROS
parabens a turma da praça..ainda tenho um album de balao que tem esse 10×7 na capa..sempre que estou de bobeira pego na mao e fiko maravilhado..muitos anos dedicados a evoluçao e amor pelos baloes…lendo essas parabolas da uma vontade de chorar…tudo que ali esta escrito eh verdadeiramente um coraçao de baloeiros de verdade..parabens mesmo turma da praça
LINDA HISTORIA ……….O TEMPO QUE ARTE DO BALAO ERA PASSADA DE PAI PARA FILHO …. INFELIZMENTE HOJE EM DIA SOMOS CHAMADOS DE CRIMINOSOS POR ALGUMAS EMISSORA DE TV QUE ACHA SE DONOS DO BRASIL E DO CEU ….UM DIA VENCEREMOS PORQUE SOMOS ARTISTA …..E NOS SEREMOS EXEMPLO PARA O MUNDO …..E O BALAO SERA O SIMBOLO DA PAZ ..
CARAMBA PARABÉNS A “GB” PELA ENTREVISTA FEITA COM ESSA TURMA BASTANTE CONHECIDA E QUE POUCO SABIA A SEU RESPEITO.
E TAMBÉM E BOM REVER O GDE AMIGO TINÃO QUE NO COMEÇO DE NOSSA TURMA CHEGOU A CORTAR MUITOS DE NOSSOS BALÕES .
UM GDE ABRAÇO TINÃO E PAULINHO E TODAS DA TURMA DA PRAÇA.
CADE AS BOBINAS DE HULK TINÃO PORRA KKKKKKKKKKKKKKK
BELA MATÉRIA DINHO , ISSO SIM ME LEMBRA QUANDO FICAVA NAS FOGUEIRAS COM MEUS PRIMOS E TIOS SÓ ESPERANDO AS MARIAS PRETAS SAIREM DA MEBLINA PARA RESGATALOS, PARABÉNS A VCS SENHORES DA PRAÇA, ISSO SIM É QUE É SER BALOEIRO DE ALMA .
turma da praça sem palavras tenho 36 anos creci escutando esse nome em rodas de baloeiros aqui em sao mateus quando nos se reuniamos aqui em uma praça ou melhor no largo de sao mateus na lanchonete do nosso querido amigo ja falecido joel que fazia parte da turma da comedia aqui da qubrada uma turma tanbem antiga que foi muito tempo liderada pelo mauro que voces tanbem devem conhecer o chefia. pena eu nunca ter a oportunidade telos conhecido pessoalmente mas mesmo assim meu obrigado portudo que voces representarao e representam para todos os amantes de nossa arte obrigado turma da praça um abraço a todos
Parabéns a todos pela bela entrevista. E muito abrigado a Turma da Praça, por nos emocionar com a suas incriveis historias.
Abraço a todos.
PARABENS TURMA DA PRAÇA PELOS ANOS DEDICADOS AO BALÃO E QUE CONTINUEM SEMPRE ACOMPANHANDO OS BALÕES E SENDO O ESPELHO DE MUITOS – ABRAÇOS – PIRIQUITO- FENIX – SP
gostaria de rever a bandeira que redesenhei para a turma da praça, a do cavalo alado.