Abaixo segue o vídeo de duas reportagens da Globo sobre a aventura do louco da Asa Delta que ia se soltar de um 10×10 da Gaviões da Noite de Campinas em 1990. O curioso é que, em momento algum a reportagem falou mal do balão. Pelo contrário, comentou o fato como uma atividade normal. Oh época boa! Veja e comente:
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Primeira vez que eu vejo isso, e ainda vindo da Globo. Parece fake essa reportagem, pena que ansci em 93 rs
sempre contava essa historia todos dizian nao ter visto agora todos vao ver
10×10
Eu tinha 7 anos na época e lembro da reportagem, eu já colecionava as figurinhas e fiquei esperando sair a figurinha com a asa delta, inclusive, tô lembrando agora que morreu cara num resgate em pirituba, que caiu do telhado e ficou preso nas lanças de um portão, foi na mesma época, mais ou menos e passou no aqui agora se não me engano…. Fiquei pensando uma coisa que na época ninguem falou….. tipo se ele, o cara da asa delta, se enrosca nos fios de alta tensão… esse era louco mesmo….
Abraço.
bom vamos la,que loucura foi essa que esse cara inventou , ele colocou a própia vida em risco ainda bem que não aconteceu algo mas grave ,porque se não ja iria começar os problemas contra os balões na quela época ele teve muita sorte ,porque o padre que tentou com as bixigas, os pessoal aparece que tão procurando até hoje
Lembro da época em que isso passou na TV. Acho que uma percepção distorcida, exagerada e desprovida de qualquer verificação séria dos fatos, serviu de embrião para todas as baboseiras que escutamos hoje em dia. Infelizmente, a emissora de televisão que mais trabalhou para satanizar a arte dos balões foi a Rede Globo, que adora alardear que faz jornalismo isento e imparcial. O mega especulador húngaro George Soros está correto quando afirma que quem detém o poder, manipula a realidade a sua conveniência. O triste disso tudo é que uma das mais genuínas formas de folclore e arte do Brasil está agonizando. Por isso lanço aqui o meu apelo: baloeiros, organizem-se, juntem-se a políticos (mal necessário) e lancem alternativas que convençam a opinião pública de que os balões podem ser seguros e ainda atrair turistas da mesma forma que o fazem hoje as escolas de samba. Não deixem a arte morrer!